Justiça rejeita pedido de prisão de Elize Matsunaga por uso de documento falso
A Justiça considerou que Elize “tem cumprido as condições que lhe foram impostas” para manter o benefício do livramento condicional

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247 - A Vara de Execuções Criminais de Franca, no interior de São Paulo, determinou que Elize Matsunaga (agora Elize Giacomini) permaneça em liberdade condicional, negando um pedido de prisão emitido pelo Ministério Público de São Paulo pedindo que ela fosse presa pelo uso de documentação falsa.
A Justiça considerou que Elize “tem cumprido as condições que lhe foram impostas” para manter o benefício do livramento condicional. Acrescentou que o caso de uso de documento falso, flagrado em Sorocaba, também no interior paulista, ainda está em trâmite e “em fase inicial".
Elize foi condenada a 16 anos de prisão após matar seu marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, em 2012. Em maio do ano passado, ela teve liberdade condicional concedida pela Justiça. Atualmente, trabalha como motorista de aplicativo.
Na semana passada, ela foi indiciada pela Polícia Civil de Sorocaba após ter usado documento falso para conseguir emprego em uma empresa que exigia atestado negativo para antecedentes criminais. Segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública), uma perícia comprovou a irregularidade.
A decisão de soltar Elize foi tomada pelo Departamento Estadual de Execução Criminal da 9ª Região Administrativa Judiciária. Ela estava presa em Tremembé, no Vale do Paraíba.
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