Justiça quebra sigilo do escritório de Thomaz Bastos

Em delação premiada, o ex-ministro Antonio Palocci afirmou que, em 2010, o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, viabilizou uma negociação entre o então presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, o Palácio do Planalto e a Camargo Corrêa, para enterrar a Operação Castelo de Areia

Márcio Thomaz Bastos
Márcio Thomaz Bastos (Foto: STF)


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247 - A Justiça Federal em São Paulo decretou a quebra do sigilo bancário e fiscal do antigo escritório de advocacia do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, que faleceu em 20 de novembro de 2014 e sua banca encerrou as atividades logo depois.

A devassa nos dados do escritório de Thomaz Bastos foi determinada pelo juiz João Batista Gonçalves, da 6.ª Vara Criminal Federal de São Paulo, no âmbito da Operação Appius.

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Em delação premiada, o ex-ministro Antonio Palocci afirmou que, em 2010,Thomaz Bastos viabilizou uma negociação entre o então presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, o Palácio do Planalto e a Camargo Corrêa, para enterrar a Operação Castelo de Areia. 

Em depoimento à Polícia Federal, Palocci apontou suposto repasse da empreiteira no valor de R$ 50 milhões para o governo federal, que, em troca, teria de barrar a operação.

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