Justiça nega habeas corpus a diretor da Match
Plantão Judiciário do Rio negou habeas corpus pedido pelo advogado do britânico Raymond Whelan, CEO da Match, empresa parceira da Fifa; expectativa era que ele se apresentasse à 18ª DP (Praça da Bandeira) nesta madrugada, mas até as 6h ele não apareceu; Whealen é considerado foragido pela polícia
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Agência Rio - O Plantão Judiciário do Rio negou habeas corpus pedido pelo advogado do britânico Raymond Whelan, diretor-executivo da empresa Match Services, empresa ligada à Fifa. A expectativa era que ele se apresentasse à 18ª DP (Praça da Bandeira) durante a madrugada desta sexta-feira, mas até as 6 horas da manhã não foi o que aconteceu. Raymond Whealen é considerado foragido pela polícia e Investigadores da delegacia responsável pelo caso permanecem buscando informações sobre o paradeiro do acusado.
Policiais da 18ª Delegacia de Polícia foram ao hotel Copacabana Palace, mas não encontraram Whelan. O Ministério Público ofereceu denúncia contra 12 pessoas e o único que não teve a prisão preventiva decretada foi o advogado José Massih, que colaborou com as investigações.
De acordo com o MP, os acusados vão responder por organização criminosa, cambismo, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Também foram denunciados, segundo o MP, Mohamadou Lamine Fofona, Alexandre Marino Vieira, Antonio Henrique de Paula Jorge, Antonio Henrique de Paula Jorge, Marcelo Pavão da Costa Carvalho, Sergio Antonio de Lima, Julio Soares da Costa Filho, Fernanda Carrione Paulucci, Ernani Alves da Rocha Junior, Alexandre da Silva Borges e Ozeas do Nascimento.
O advogado Massih vai responder o processo em liberdade, porque não teve a prisão preventiva decretada. Os demais estão presos no Complexo de Gericinó, pois estavam com a prisão temporária decretada pela Justiça.
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