Justiça do Rio declara morte presumida de Amarildo
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro julgou procedente o recurso da mulher e dos filhos de Amarildo Dias de Souza e declararam a morte presumida do ajudante de pedreiro, que desapareceu no ano passado na comunidade da Rocinha, zona sul do Rio; decisão é da 5ª Câmara Cível e foi tomada nesta terça (4); Amarildo sumiu após ser levado por policiais militares, no dia 14 de julho de 2013, durante a denominada "Operação Paz Armada", na Rocinha
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Conjur - O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro julgou procedente o recurso da mulher e dos filhos de Amarildo Dias de Souza e declararam a morte presumida do ajudante de pedreiro, que desapareceu no ano passado na comunidade da Rocinha, zona sul do Rio. A decisão é da 5ª Câmara Cível e foi tomada nesta terça-feira (4/2) de maneira unânime.
Amarildo sumiu após ser levado por policiais militares, no dia 14 de julho de 2013, durante a denominada "Operação Paz Armada", na Rocinha. Na primeira instância, a ação declaratória de morte presumida havia sido julgada improcedente.
Segundo a versão dos PMs que estavam com Amarildo no dia, eles ainda passaram por vários pontos da cidade antes de voltar à sede da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha, onde as câmeras de segurança mostram suas últimas imagens.
Após depoimentos, foram identificados quatro policiais militares que participaram diretamente da sessão de tortura a que Amarildo foi submetido ao lado do contêiner da UPP. No total, o Ministério Público do Rio denunciou 25 policiais militares, entre eles três mulheres, por participação no crime. Até hoje, o corpo do ajudante de pedreiro não foi encontrado. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ.
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