Justiça decide mandar mulher de Cabral de volta à prisão

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu nesta quarta-feira (26) que a advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e investigada por corrupção e lavagem de dinheiro, deverá retornar à prisão; Adriana havia beneficiada por liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que lhe dava o direito de cumprir prisão domiciliar; a advogada deverá voltar a ocupar uma das celas da cadeia feminina de Bangu, na zona oeste carioca. Cabral está no mesmo complexo penitenciário

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu nesta quarta-feira (26) que a advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e investigada por corrupção e lavagem de dinheiro, deverá retornar à prisão; Adriana havia beneficiada por liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que lhe dava o direito de cumprir prisão domiciliar; a advogada deverá voltar a ocupar uma das celas da cadeia feminina de Bangu, na zona oeste carioca. Cabral está no mesmo complexo penitenciário
O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu nesta quarta-feira (26) que a advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e investigada por corrupção e lavagem de dinheiro, deverá retornar à prisão; Adriana havia beneficiada por liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que lhe dava o direito de cumprir prisão domiciliar; a advogada deverá voltar a ocupar uma das celas da cadeia feminina de Bangu, na zona oeste carioca. Cabral está no mesmo complexo penitenciário (Foto: Aquiles Lins)


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Rio 247 - O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu nesta quarta-feira (26) que a advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e investigada por corrupção e lavagem de dinheiro, deverá retornar à prisão.

Adriana havia beneficiada por liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que lhe dava o direito de cumprir prisão domiciliar. Adriana deverá voltar a ocupar uma das celas da cadeia feminina de Bangu, na zona oeste carioca. Cabral está no mesmo complexo penitenciário.

Um dos principais argumentos utilizados pelo MPF (Ministério Público Federal) foi que, em prisão domiciliar, Adriana poderá agir no sentido de ocultar o dinheiro que teria sido obtido pelo marido de forma ilícita. "Adriana atuava nesse nicho de lavagem de dinheiro", disse a procuradora Batini.

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