Justiça condena Estado do Rio a indenizar família do pedreiro Amarildo

A juíza Maria Paula Gouvêa Galhardo, da 4ª Vara de Fazenda Pública, da Justiça do Rio de Janeiro, condenou o Estado a pagar a sete integrantes da família do pedreiro Amarildo de Souza – desaparecido após ser preso e levado para uma base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) pela Polícia Militar, em 2013, na Rocinha – uma indenização de R$ 500 mil, além de pensão de dois terços do salário mínimo no caso da viúva Elizabete Gomes da Silva, até os 68 anos, e aos seis filhos, até completarem 25 anos

A juíza Maria Paula Gouvêa Galhardo, da 4ª Vara de Fazenda Pública, da Justiça do Rio de Janeiro, condenou o Estado a pagar a sete integrantes da família do pedreiro Amarildo de Souza – desaparecido após ser preso e levado para uma base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) pela Polícia Militar, em 2013, na Rocinha – uma indenização de R$ 500 mil, além de pensão de dois terços do salário mínimo no caso da viúva Elizabete Gomes da Silva, até os 68 anos, e aos seis filhos, até completarem 25 anos
A juíza Maria Paula Gouvêa Galhardo, da 4ª Vara de Fazenda Pública, da Justiça do Rio de Janeiro, condenou o Estado a pagar a sete integrantes da família do pedreiro Amarildo de Souza – desaparecido após ser preso e levado para uma base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) pela Polícia Militar, em 2013, na Rocinha – uma indenização de R$ 500 mil, além de pensão de dois terços do salário mínimo no caso da viúva Elizabete Gomes da Silva, até os 68 anos, e aos seis filhos, até completarem 25 anos (Foto: Valter Lima)


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Agência Brasil - A juíza Maria Paula Gouvêa Galhardo, da 4ª Vara de Fazenda Pública, da Justiça do Rio de Janeiro, condenou o estado a pagar a sete integrantes da família do pedreiro Amarildo de Souza – desaparecido após ser preso e levado para uma base da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) pela Polícia Militar, em 2013, na Rocinha – uma indenização de R$ 500 mil, além de pensão de dois terços do salário mínimo (equivalentes a R$ 586,66 neste ano) – no caso da viúva Elizabete Gomes da Silva, até os 68 anos, e aos seis filhos, até completarem 25 anos.

Pela decisão, uma mãe de criação e dois irmãos de Amarildo devem receber R$ 100 mil cada. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (10), na página do Tribunal de Justiça na internet.

"Não resta a menor dúvida de que houve a ação dos agentes públicos nessa qualidade (sic), a qual foi suficiente e necessária à causação do resultado morte da vítima, que foi torturada até a morte, na ação de policiais que, no combate à criminalidade, agem como criminosos", relatou a magistrada na decisão, segundo a nota.

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