Jungmann diz que resultado de megaoperação no RJ foi apenas 'razoável'
Ministro da defesa, Raul Jungmann, admitiu que a megaoperação deflagrada no sábado (5), com o apoio das Forças Armadas, contra o roubo de cargas no Rio de Janeiro não teve o "resultado espetacular" como esperado; "Não foi um resultado espetacular. Foi um resultado que eu considero razoável", afirmou; saldo da segunda fase da Operação Rio Quer Segurança e Paz foi de 14 suspeitos presos e apenas três pistolas apreendidas, apesar da mobilização de 5 mil e agentes das Forças Armadas e das polícias Federal, Militar e Civil, além da Força Nacional de Segurança, além de equipamentos como blindados e helicópteros
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Rio 247 - O ministro da defesa, Raul Jungmann, admitiu que a megaoperação deflagrada no sábado (5), com o apoio das Forças Armadas, contra o roubo de cargas no Rio de Janeiro não teve o "resultado espetacular" como o esperado. Segundo Jungmann, o resultado foi apenas "razoável". O saldo da segunda fase da Operação Rio Quer Segurança e Paz foi de 14 suspeitos presos e apenas três pistolas apreendidas, apesar da mobilização de 5 mil eagentes das Forças Armadas e das polícias Federal, Militar e Civil, além da Força Nacional de Segurança, além de equipamentos como blindados e helicópteros.
"Não foi um resultado espetacular. Foi um resultado que eu considero razoável. Agora, existe uma coisa que se chama curva de aprendizagem. O que é importante é que nós vamos estar melhorando a cada operação, de forma que os resultados vão aparecendo com o tempo. Nós vamos construindo, cada vez mais, uma capacidade de inteligência, operacional e integrada. Fica evidente para a população do Rio que vocês não estão mais sós, nós estamos aqui", disse Jungmann.
"Também tivemos uma grande conquista em termos de integração, com todas as forças policias e militares atuando de forma coordenada. Nós tivemos uma demonstração clara ao povo do Rio de Janeiro que nós viemos para ficar, mas que a estratégia é diferente. Não é apenas ficar todo o tempo no terreno patrulhando. Nós não queremos apenas inibir o crime, queremos é desfazer, destruir, golpear a sua capacidade operacional de infundir medo, terrorismo e de gerar vítimas na população do Rio", afirmou.
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