Juiz manda arquivar investigação de vídeo sobre suposta orgia que Doria teria participado

No pedido de arquivamento, o promotor eleitoral Luis Gabos Alves afirmou que não há pistas sobre a autoria do vídeo e nem meios para encontrar o responsável pela divulgação

(Foto: Reuters)


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247 - O juiz Emílio Migliano Neto, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, determinou o arquivamento da investigação sobre o vídeo íntimo de uma orgia supostamente atribuído ao governador João Doria (PSDB) na campanha de 2018. 

No pedido que resultou no arquivamento do inquérito,  aberto há mais de três anos, o promotor eleitoral Luis Gabos Alves afirmou que não há pistas sobre a autoria do vídeo e nem meios para encontrar o responsável pela divulgação do material. Doria nega a autenticidade do vídeo e diz ser alvo de uma campanha de difamação. 

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“Considerando que após três anos de investigação a autoria delitiva permanece ignorada e não vislumbrando outras diligências úteis que possam ser encetadas, promovo o arquivamento do presente inquérito policial”, diz um trecho do ofício,de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo.

Apesar do pedido da promotoria,  uma perícia realizada pelo núcleo de criminalística da superintendência da Polícia Federal em São Paulo disse não haver sinais de que o material tenha sido adulterado. 

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Gabos, porém, alega que há ‘indícios de que as imagens tenham sido adulteradas ou montadas’, mas que não foi possível identificar quem seria o autor ou o responsável por divulgar as imagens nas redes sociais.

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