Juiz concede prisão domiciliar a almirante da Eletronuclear
Ex-presidente da Eletronuclear, almirante Othon Luiz Pinheiro, foi autorizado pelo juiz da 7ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro, Marcelo da Costa Bretas, a cumprir prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica; Pinheiro foi preso em julho sob a acusação de receber R$ 4,5 milhões em propinas pagas pelos consórcios responsáveis pelas obras de construção da usina de Angra 3
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247 - O ex-presidente da Eletronuclear, almirante Othon Luiz Pinheiro, foi autorizado pelo juiz da 7ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro a cumprir prisão domiciliar mediante o uso de tornozeleira eletrônica. Pinheiro, que está preso desde o dia 28 de julho, foi detido sob a acusação de receber propina de R$ 4,5 milhões dos consórcios responsáveis pelas obras de construção da usina de Angra 3
Decisão do magistrado Marcelo da Costa Bretas acatou pedido da defesa que alegou que Othon possui 76 anos, que sua esposa sofre do mal de Alzheimer e que ele está afastado da Eletronuclear. O almirante – considerado uma dos maiores especialistas brasileiros na área de energia nuclear – foi preso durante a Operação Radioatividade, um desdobramento da operação Lava Jato, que investiga casos de desvios e corrupção na Eletronuclear.
Othon e outros 13 acusados de envolvimento no esquema de corrupção em Angra 3, incluindo o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, respondem pela prática dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e concussão.
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