“Jovens foram novamente pisoteados e asfixiados", diz associação de moradores de Paraisópolis

Para o presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, Gilson Rodrigues,a decisão da Corregedoria de inocentar os policiais envolvidos no massacre do Baile da 17 "aumenta o sentimento de injustiça e de impunidade"

(Foto: galeria)


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247 - A União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis considerou a decisão da Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo de tratar como lícita a a atuação de 31 policiais envolvidos na tragédia que vitimou nove jovens que participavam de um baile funk na comunidade foi lícita e em legítima defesa, aumenta o "sentimento de injustiça e de impunidade".

“No dia em que Paraisópolis enterra três jovens, que foram mortos após serem retirados de suas casas por homens encapuzados, a Corregedoria da PM arquiva a investigação contra os policiais que conduziram uma operação desastrosa durante o Baile da 17”, afirma Gilson Rodrigues, presidente da entidade. 

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“Hoje, os nove jovens do Baile da 17 foram novamente encurralados, pisoteados e asfixiados por essa decisão. Por isso, convoco toda a sociedade e as comunidades do Brasil a se mobilizarem em apoio às famílias das vítimas”, afirma Gilson.

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