Jovem pede ação militar e é taxado de 'petista' no Rio

Estudante de engenharia Aramis Farias foi hostilizado pelos demais participantes do ato em Copacabana, que o acusaram de ser "infiltrado do PT"; "Eu não defendo o militarismo. É intervenção militar. É diferente de regime, é diferente de ditadura. É para que os militares entrem na política e corrijam o que está errado, pois a política está envolta em corrupção", defendeu-se

Estudante de engenharia Aramis Farias foi hostilizado pelos demais participantes do ato em Copacabana, que o acusaram de ser "infiltrado do PT"; "Eu não defendo o militarismo. É intervenção militar. É diferente de regime, é diferente de ditadura. É para que os militares entrem na política e corrijam o que está errado, pois a política está envolta em corrupção", defendeu-se
Estudante de engenharia Aramis Farias foi hostilizado pelos demais participantes do ato em Copacabana, que o acusaram de ser "infiltrado do PT"; "Eu não defendo o militarismo. É intervenção militar. É diferente de regime, é diferente de ditadura. É para que os militares entrem na política e corrijam o que está errado, pois a política está envolta em corrupção", defendeu-se (Foto: Realle Palazzo-Martini)


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Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil

Um jovem com um cartaz pedindo intervenção militar foi vaiado e xingado durante a manifestação contra a corrupção, em Copacabana. O estudante de engenharia Aramis Farias foi hostilizado pelos demais participantes do ato, que o acusaram de ser "infiltrado do PT".

Aramis explicou que não defende a volta da ditadura, mas apenas uma intervenção militar para restabelecer a ordem e combater a corrupção. "Eu não defendo o militarismo. É intervenção militar. É diferente de regime, é diferente de ditadura. É para que os militares entrem na política e corrijam o que está errado, pois a política está envolta em corrupção", se defendeu Aramis.

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Quando o jovem terminava de falar, um grupo começou a vaiar, mandando que ele baixasse a faixa. O economista Cláudio Maes chegou a se exaltar e acusou o estudante de ser infltrado do PT, para descaracterizar a manifestação. "Você está aqui no meio da galera, sabendo que ninguém quer [o militarismo]. Você é infiltrado do PT", acusou Maes.

Aramis ainda tentou ficar em meio à multidão, mas acabou desistindo, baixou o cartaz e se retirou para a lateral da via onde ocorre a manifestação.

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