José Jr: Marcinho VP e pastor ordenaram ataques ao AfroReggae

O fundador da ONG AfroReggae foi uma das testemunhas de acusação ouvidas nesta quinta-feira, 7, pelo juiz Rubens Casara, na audiência de instrução e julgamento dos réus Marcinho VP, um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho, e o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, no Rio de Janeiro; segundo José Júnior; Marcinho VP foi ouvido pelo sistema de videoconferência, uma vez que cumpre pena no presídio federal de Catanduvas, no Paraná; ja pastor está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio, e esteve presente à audiência, no fórum da capital

O fundador da ONG AfroReggae foi uma das testemunhas de acusação ouvidas nesta quinta-feira, 7, pelo juiz Rubens Casara, na audiência de instrução e julgamento dos réus Marcinho VP, um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho, e o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, no Rio de Janeiro; segundo José Júnior; Marcinho VP foi ouvido pelo sistema de videoconferência, uma vez que cumpre pena no presídio federal de Catanduvas, no Paraná; ja pastor está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio, e esteve presente à audiência, no fórum da capital
O fundador da ONG AfroReggae foi uma das testemunhas de acusação ouvidas nesta quinta-feira, 7, pelo juiz Rubens Casara, na audiência de instrução e julgamento dos réus Marcinho VP, um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho, e o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, no Rio de Janeiro; segundo José Júnior; Marcinho VP foi ouvido pelo sistema de videoconferência, uma vez que cumpre pena no presídio federal de Catanduvas, no Paraná; ja pastor está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio, e esteve presente à audiência, no fórum da capital (Foto: Aquiles Lins)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Douglas Corrêa, da Agência Brasil - O fundador e coordenador da organização não governamental (ONG) AfroReggae, José Júnior, reafirmou hoje (7), em depoimento à Justiça, que o traficante Marcio Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, e o pastor Marcos Pereira da Silva foram os mandantes dos ataques à sede da ONG.

Ele foi uma das testemunhas de acusação ouvidas hoje (7) pelo juiz Rubens Casara, da 43ª Vara Criminal da Capital, no Rio de Janeiro, na audiência de instrução e julgamento dos réus Marcinho VP, um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho, e o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias.

Os dois foram denunciados por tráfico de drogas e associação ao tráfico. Marcinho VP foi ouvido pelo sistema de videoconferência, uma vez que cumpre pena no presídio federal de Catanduvas, no Paraná. O pastor está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio, e esteve presente à audiência, no fórum da capital.

continua após o anúncio

José Júnior disse que tinha relação de amizade com o pastor Marcos Pereira na mediação de conflitos em presídios até, segundo ele, ter a confirmação do próprio religioso de que estuprara a mulher de um dos vice-presidentes da igreja dirigida por ele. A partir de então, José Júnior passou a oferecer proteção ao desafeto de Marcos Pereira em sua ONG, e ambos começaram a sofrer ameaças do tráfico dos complexos da Penha e do Alemão, acrescentou.

De acordo com José Junior, o pastor Marcos Pereira orquestrou, junto com outros traficantes, os ataques à cidade, em 2010. Dois anos depois, tanto o líder religioso quanto Marcinho VP planejaram as investidas contra a sede do AfroReggae, em Vigário Geral, subúrbio da cidade.

continua após o anúncio

Também prestaram depoimento os delegados Roberto Ramos da Silva e Valéria Aragão, responsáveis por etapas do inquérito que desencadeou a denúncia contra os dois acusados. Os policiais contaram que obtiveram provas testemunhais de que o pastor Marcos Pereira atuava como uma espécie de "pombo-correio" de Marcinho VP, levando ordens e recados aos traficantes das comunidades sob domínio da facção criminosa Comando Vermelho.

Ao todo, nove testemunhas de acusação e 20 de defesa foram arroladas no processo. A próxima audiência foi marcada para o dia 8 de outubro.

continua após o anúncio
continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247