Jorge Picciani: modelo respaldado por Temer e Cunha foi derrotado

Presidente da Assembleia Legislativa e do PMDB do Rio, Jorge Picciani comenta a volta do filho, Leonardo Picciani, para liderança do partido na Câmara; diz que o "modelo" de constrangimento criado por Michel Temer e Eduardo Cunha foi derrotado: "Evidentemente depois houve um envolvimento claro do presidente da Câmara e do vice-presidente que foram para uma política equivocada, dentro do partido, de recolhimento de assinaturas. Esse modelo é que foi derrotado de novo"

Presidente da Assembleia Legislativa e do PMDB do Rio, Jorge Picciani comenta a volta do filho, Leonardo Picciani, para liderança do partido na Câmara; diz que o "modelo" de constrangimento criado por Michel Temer e Eduardo Cunha foi derrotado: "Evidentemente depois houve um envolvimento claro do presidente da Câmara e do vice-presidente que foram para uma política equivocada, dentro do partido, de recolhimento de assinaturas. Esse modelo é que foi derrotado de novo"
Presidente da Assembleia Legislativa e do PMDB do Rio, Jorge Picciani comenta a volta do filho, Leonardo Picciani, para liderança do partido na Câmara; diz que o "modelo" de constrangimento criado por Michel Temer e Eduardo Cunha foi derrotado: "Evidentemente depois houve um envolvimento claro do presidente da Câmara e do vice-presidente que foram para uma política equivocada, dentro do partido, de recolhimento de assinaturas. Esse modelo é que foi derrotado de novo" (Foto: Roberta Namour)


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247 – O presidente da Assembleia Legislativa e do PMDB do Rio, Jorge Picciani comentou a volta do filho, Leonardo Picciani, para liderança do partido na Câmara, e disse que o "modelo" de constrangimento criado por Michel Temer e Eduardo Cunha foi derrotado: "Evidentemente depois houve um envolvimento claro do presidente da Câmara e do vice-presidente que foram para uma política equivocada, dentro do partido, de recolhimento de assinaturas. Esse modelo é que foi derrotado de novo".

Em entrevista ao Valor, ele afirma que o filho Leonardo "sempre se expressou com total independência pela maioria da bancada", mas que a minoria não pode "impor na marra a sua vontade".

"Por que ele indicaria aqueles que se colocavam como detratores da liderança dele, mesmo ele tendo vencido legitimamente? Por que ele colocaria pessoas que se colocaram na lista para serem ministros num dia e, ao não serem escolhidos, depois estavam a favor do impeachment?", questiona (leia aqui).

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