Jorge Picciani ironiza: ‘o Rio está sem governador’
O presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Jorge Picciani, reforçou que o Rio de Janeiro vive uma situação de extrema gravidade e que o governador licenciado Luiz Fernando Pezão deveria dar mais autonomia ao governador em exercício, o vice Francisco Dornelles. De acordo com o parlamentar, "o Estado vive uma situação gravíssima, o país vive uma situação grave e o Rio de Janeiro um grau acima em termos de gravidade. Temos um governador licenciado por doença, e essa tem se dado de 30 em 30 dias"; "É preciso que o governador Pezão compreenda que ele precisa dar condições ao vice de ter mais autonomia nesse momento de crise, se afastar por um período maior e assim que ficar bom, retornar. Estamos com dois governadores e sem nenhum governador. Quem tem dois não tem nenhum"
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Rio 247 - O presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani, reforçou, nesta sexta-feira (6), que o Rio de Janeiro vive uma situação de extrema gravidade e que o governador licenciado Luiz Fernando Pezão deveria dar mais autonomia ao governador em exercício, o vice Francisco Dornelles. De acordo com o parlamentar, "o Estado vive uma situação gravíssima, o país vive uma situação grave e o Rio de Janeiro um grau acima em termos de gravidade. Temos um governador licenciado por doença, e essa tem se dado de 30 em 30 dias".
"É preciso que o governador Pezão compreenda que ele precisa dar condições ao vice de ter mais autonomia nesse momento de crise, se afastar por um período maior e assim que ficar bom, retornar. Estamos com dois governadores e sem nenhum governador. Quem tem dois não tem nenhum”, disse ao RJTV.
Picciani afirmou que, por conta da situação instável em que o governador em exercício se encontra, a situação do Rio ficou ainda pior. “Com essa interinidade de 30 dias, mesmo tendo grande capacidade, o Dornelles não tem condições de fazer aquilo que precisa fazer, que é corte profundo, redução de secretarias, demissão de cargos de confiança e propor à assembleia uma agenda mínima que permita estruturar as finanças do Estado", complementou.
"Nós fizemos isso no primeiro ano. Demos R$ 13,5 milhões a mais para o Pezão. Infelizmente, o dinheiro foi gasto de forma a achar que iam continuar surgindo mais recurso, não verificaram o nível de gravidade da economia nacional e da economia regional”, criticou Picciani.
Segundo o deputado, o governo Pezão tomou uma decisão equivocada na véspera da eleição de 2014 que teria contribuído para aumentar a dívida do estado, que foi "um aumento salarial muito acima da inflação à quarenta e sete, quarenta e nove categorias".
"Isso vai para o aposentado e pensionista depois ele reclama que aumentou o déficit do Rio Previdência. Ele ajudou a aumentar. Então, houve uma decisão equivocada e não houve a capacidade de enxergar o que estava havendo”, disse.
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