Janot pede arquivamento de investigação contra Pezão na Lava Jato

A Procuradoria-Geral da República pediu nesta quinta-feira 9 ao Superior Tribunal de Justiça o arquivamento do inquérito no qual o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, é acusado dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato; de acordo com a procuradoria, não há provas que justifiquem a continuidade das investigações

A Procuradoria-Geral da República pediu nesta quinta-feira 9 ao Superior Tribunal de Justiça o arquivamento do inquérito no qual o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, é acusado dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato; de acordo com a procuradoria, não há provas que justifiquem a continuidade das investigações
A Procuradoria-Geral da República pediu nesta quinta-feira 9 ao Superior Tribunal de Justiça o arquivamento do inquérito no qual o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, é acusado dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato; de acordo com a procuradoria, não há provas que justifiquem a continuidade das investigações (Foto: Gisele Federicce)


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André Richter - Repórter da Agência Brasil

A Procuradoria-Geral da República pediu nesta quinta-feira (9) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) o arquivamento do inquérito no qual o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, é acusado dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. De acordo com a procuradoria, não há provas que justifiquem a continuidade das investigações.

No pedido enviado ao STJ, o vice-procurador da República José Bonifácio de Andrada, argumenta que o indício de participação de Pezão em uma reunião na qual teria ocorrido uma suposta solicitação de dinheiro para campanha não é suficiente para sustentar uma imputação penal contra o governador. De acordo com as investigações, os recursos teriam sido desviados da construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), uma das obras da Petrobras investigadas na Lava Jato.

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De acordo com o processo, Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras e um dos delatores da Lava Jato, relatou uma reunião, realizada durante a campanha eleitoral de 2010, quando Pezão concorreu como vice do ex-governador Sérgio Cabral. No encontro, Pezão e representantes de empreiteiras teriam combinado doação de R$ 500 mil para o diretório estadual do PMDB no Rio.

No mesmo parecer, a PGR pediu que acusações contra Sérgio Cabral sejam conduzidas pelo juiz Sergio Moro, da Justiça Federal em Curitiba.

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