Janot pede ao STF investigação contra Bethlem

No pedido de abertura de investigação, Janot sugere que o deputado seja investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; de acordo com gravações feitas em 2011 pela ex-mulher do deputado, Vanessa Felippe, Bethlem conta que tinha uma receita de R$ 100 mil por mês, dos quais “em torno de uns R$ 65 mil a R$ 70 mil” eram resultado de convênios com uma ONG que fazia o cadastro de famílias em programas sociais

No pedido de abertura de investigação, Janot sugere que o deputado seja investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; de acordo com gravações feitas em 2011 pela ex-mulher do deputado, Vanessa Felippe, Bethlem conta que tinha uma receita de R$ 100 mil por mês, dos quais “em torno de uns R$ 65 mil a R$ 70 mil” eram resultado de convênios com uma ONG que fazia o cadastro de famílias em programas sociais
No pedido de abertura de investigação, Janot sugere que o deputado seja investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; de acordo com gravações feitas em 2011 pela ex-mulher do deputado, Vanessa Felippe, Bethlem conta que tinha uma receita de R$ 100 mil por mês, dos quais “em torno de uns R$ 65 mil a R$ 70 mil” eram resultado de convênios com uma ONG que fazia o cadastro de famílias em programas sociais (Foto: Leonardo Attuch)


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André Richter - Repórter da Agência Brasil 
 
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu hoje (6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de investigação contra o deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ). O parlamentar é acusado de receber dinheiro para beneficiar a organização não governamental (ONG) Casa Espírita Tesloo, entre 2010 e 2012, quando ocupava o cargo de secretário de Desenvolvimento Social na prefeitura do Rio de Janeiro.

No pedido de abertura de investigação, Janot sugere que o deputado seja investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

De acordo com gravações feitas em 2011 pela ex-mulher do deputado, Vanessa Felippe. Bethlem conta que tinha uma receita de R$ 100 mil por mês, dos quais “em torno de uns R$ 65 mil a R$ 70 mil” eram resultado de convênios com uma ONG que fazia o cadastro de famílias em programas sociais. Ainda de acordo com os registros, mais R$ 15 mil vinham de uma empresa que fornecia refeições para ONGs.

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