Jandira sobre prisão de conselheiros do TCE-RJ: “Que País é esse?”

Deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) comentou a prisão do ex-conselheiro do TCE-RJ Aluísio Gama, o sexto a ser preso na manhã desta quarta-feira, na operação 'O Quinto do Ouro'; outros cinco tiveram prisão decretada; Também alvo da operação, o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), foi levado por condução coercitiva para depor na Superintendência da PF; "Esta situação não dá legitimidade à Alerj para aprovar projetos que prejudiquem o povo trabalhador, que privatize empresas como a Cedae, que tentem cumprir a contrapartida de um governo ilegítimo como o de Temer", disse Jandira; "Que País é esse? Que Rio de Janeiro é esse?", questionou; "Até o Tribunal de Contas envolvido. É uma situação de falta de comando, de legitimidade, para continuar avançando com agendas regressivas"

Deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) comentou a prisão do ex-conselheiro do TCE-RJ Aluísio Gama, o sexto a ser preso na manhã desta quarta-feira, na operação 'O Quinto do Ouro'; outros cinco tiveram prisão decretada; Também alvo da operação, o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), foi levado por condução coercitiva para depor na Superintendência da PF; "Esta situação não dá legitimidade à Alerj para aprovar projetos que prejudiquem o povo trabalhador, que privatize empresas como a Cedae, que tentem cumprir a contrapartida de um governo ilegítimo como o de Temer", disse Jandira; "Que País é esse? Que Rio de Janeiro é esse?", questionou; "Até o Tribunal de Contas envolvido. É uma situação de falta de comando, de legitimidade, para continuar avançando com agendas regressivas"
Deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) comentou a prisão do ex-conselheiro do TCE-RJ Aluísio Gama, o sexto a ser preso na manhã desta quarta-feira, na operação 'O Quinto do Ouro'; outros cinco tiveram prisão decretada; Também alvo da operação, o presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), foi levado por condução coercitiva para depor na Superintendência da PF; "Esta situação não dá legitimidade à Alerj para aprovar projetos que prejudiquem o povo trabalhador, que privatize empresas como a Cedae, que tentem cumprir a contrapartida de um governo ilegítimo como o de Temer", disse Jandira; "Que País é esse? Que Rio de Janeiro é esse?", questionou; "Até o Tribunal de Contas envolvido. É uma situação de falta de comando, de legitimidade, para continuar avançando com agendas regressivas" (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247- A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) comentou a prisão do ex-conselheiro do Tribunal de Contas (TCE-RJ) Aluísio Gama, o foi o sexto a ser preso na manhã desta quarta-feira, na operação 'O Quinto do Ouro'. Os demais que tiveram prisão preventiva decretada foram os conselheiros Aloysio Neves (atual presidente); Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar e José Maurício Nolasco. Também alvo da operação, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), foi levado por condução coercitiva para depor na Superintendência da PF. 

"Esta situação não dá legitimidade à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio) para projetos que prejudicam o povo trabalhador, que privatize empresas como a Cedae, que tentem cumprir a contrapartida de um governo ilegítimo como o de Temer, que quer fazer com que todos os estados e municípios se incorporem à agenda federal, ultraliberal, que é a perda de direitos, de favorecimento dos sistema financeiro", disse Jandira.

Os conselheiros são acusados de terem recebido 1% de propina sobre o valor dos contratos de obras para não incomodar as empreiteiras - reveladas pelo Globo no âmbito da Operação Calicute - durante o governo de Sérgio Cabral (2007-2014). Eles também são investigados também por obterem vantagens indevidas a partir do controle do saldo excedente não utilizado pelos usuários dos bilhetes eletrônicos do RioCard.

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"Não é possível votar agendas que geram miserabilidade. Que País é esse? Que Rio de Janeiro é esse? Crise financeira, crise ética, crise de autoridade. Até o Tribunal de Contas envolvido. É uma situação de falta de comando, de legitimidade, para continuar avançando com agendas regressivas. Todo mundo tem quer ter direito de defesa, mas tudo isso gera situação em que não podemos permitir o avanço de nenhuma agenda que retire benefícios do povo", afirmou.

 

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