Investigado, ex-presidente da Eletronuclear poderá ficar sem tornozeleira

Justiça Federal do Rio determinou a retirada da tornozeleira eletrônica do ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva; o almirante é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato; ele é réu acusado de receber ao menos R$ 4,5 milhões em propinas com o objetivo de facilitar a contratação dos consórcios responsáveis pelas obras da usina de Angra 3

Justiça Federal do Rio determinou a retirada da tornozeleira eletrônica do ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva; o almirante é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato; ele é réu acusado de receber ao menos R$ 4,5 milhões em propinas com o objetivo de facilitar a contratação dos consórcios responsáveis pelas obras da usina de Angra 3
Justiça Federal do Rio determinou a retirada da tornozeleira eletrônica do ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva; o almirante é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato; ele é réu acusado de receber ao menos R$ 4,5 milhões em propinas com o objetivo de facilitar a contratação dos consórcios responsáveis pelas obras da usina de Angra 3 (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O juiz Marcelo da Costa Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, do Rio, tirou a tornozeleira eletrônica do ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva. A decisão foi publicada no Diário Eletrônico do Tribunal Regional Federal da 2ª região nesta segunda-feira (11). O almirante é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF). O ex-presidente da Eletronuclear é réu na Justiça Federal no Rio acusado de receber ao menos R$ 4,5 milhões em propinas com o objetivo de facilitar a contratação dos consórcios responsáveis pelas obras da usina de Angra 3.

Em dezembro do ano passado, o magistrado havia determinado que Othon Luiz ficasse em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico. No dia seguinte, após decisão do desembargador Antonio Ivan Athie, do TRF2, que colocou em prisão domiciliar sem tornozeleira dois investigados – José Antunes Sobrinho, sócio da empreiteira Engevix, e Flávio David Barra, ex-presidente da Andrade Gutierrez Energia -, o juiz Marcelo Costa Bretas estendeu o benefício a Othon Luiz.

O caso do almirante e de outros 13 acusados de participar do esquema de desvios nas obras da usina de Angra 3, estava sob responsabilidade do juiz Sérgio Moro, que cuida das ações da Lava Jato na Justiça Federal no Paraná. Mas, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), o caso as investigações foram deslocadas para a Justiça Federal no Rio.

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