Investigação sobre CBF e Klefer pode ser anulada

Tribunal Regional Federal pretende cancelar acordo de cooperação com autoridades dos Estados Unidos, segundo informa o jornalista Marcelo Auler; caso envolve o cartola Kleber Leite, dono da Klefer, suspeito de pagar propinas para a CBF na gestão de Ricardo Teixeira

Tribunal Regional Federal pretende cancelar acordo de cooperação com autoridades dos Estados Unidos, segundo informa o jornalista Marcelo Auler; caso envolve o cartola Kleber Leite, dono da Klefer, suspeito de pagar propinas para a CBF na gestão de Ricardo Teixeira
Tribunal Regional Federal pretende cancelar acordo de cooperação com autoridades dos Estados Unidos, segundo informa o jornalista Marcelo Auler; caso envolve o cartola Kleber Leite, dono da Klefer, suspeito de pagar propinas para a CBF na gestão de Ricardo Teixeira (Foto: Leonardo Attuch)


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Do blog de Marcelo Auler A prevalecer a decisão da 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo), o Brasil será alijado dos acordos de cooperação bilaterais que, no caso da Operação Lava Jato, por exemplo, têm se mostrado essenciais para os avanços das investigações sobre a corrupção na nossa política. Até agosto, já se contabilizava 53 pedidos de cooperação internacional apenas nesta operação comandada pelo ministro Teori Zavascki, no Supremo Tribunal Federal (STF) e o juiz Sérgio Moro, na 13ª Vara Federal Criminal, em Curitiba (PR).

Foi com base em um desses acordos que a Procuradoria Geral da República (PGR) recebeu informações preciosas sobre a movimentação financeira que o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mantinha no exterior sem nunca ter declarado à Receita Federal ou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E as colaborações internacionais se estenderam em diversos outros casos da Lava Jato, permitindo a repatriação de valores depositados no exterior.

Mas, no entendimento dos desembargadores Ivan Athié e Paulo Espírito Santo, do TRF-2, estes acordos podem ser considerados ilegais.  No último dia 30 de setembro, em sessão secreta, e com o voto vencido da desembargadora Simone Schreiber, eles entenderam que não pode haver a cooperação direta.

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A turma julgava um Habeas Corpus impetrado por Kleber Leite e pela sua empresa de marketing esportivo, Klefer Produções e Promoções Ltda.  Os advogados questionavam a validade das decisões do juízo de primeira instância.

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