Imagens de satélite dão dimensão do tamanho da tragédia em Petrópolis; veja o antes e depois
"Impressiona a abrangência. Em geral vemos uma queda de morro, um evento específico. Nesse caso, vemos que se espalhou", diz Tasso Azevedo, engenheiro florestal
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247 - As fortes chuvas dos últimos dias em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, provocaram enchentes e deslizamentos de terra e rochas. 120 óbitos já foram contabilizados e o número deve aumentar.
Imagens de satélite divulgadas pelo G1 e comparadas pelo MapBiomas, rede dedicada ao monitoramento ambiental coordenada pelo engenheiro florestal Tasso Azevedo, dão a dimensão do tamanho da tragédia.
"O que mais impressiona nas imagens é a abrangência do evento. Em geral vemos uma queda de morro, um evento específico. Nesse caso, vemos que se espalhou por várias regiões", diz Azevedo.
A Defesa Civil estima que 170 pontos registraram deslizamentos.

"Esses fenômenos são típicos do que é esperado das mudanças climáticas. Pouco tempo atrás estávamos tendo seca aqui em São Paulo, com tempestades de areia. Agora estamos tendo extremos de chuvas muito concentradas", alerta Azevedo.
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