Hospital que negou aborto diz que menina de 10 anos não se encaixava em critérios do Ministério da Saúde

Segundo a superintendente do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), Rita Checon, não havia os critérios para a realização do aborto

Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes
Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Foto: Divulgação)


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247 - O hospital que negou o aborto para a criança de 10 anos no Espírito Santo que foi vítima de um estupro disse que a menina não se encaixava nos critérios do Ministério da Saúde. A negação para realizar o procedimento ocorreu mesmo com autorização judicial.

Segundo a superintendente do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), Rita Checon, o "ultrassom mostrou que a gestação era de 22 semanas e quatro dias e o peso fetal era de 537 gramas".

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"O protocolo do Pavivis [Programa de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Sexual] aplica uma nota técnica do Ministério da Saúde, que fala do abortamento humanizado e existe desde 2005. Ela deixa claro o que é considerado abortamento humanizado", explica a superintendente.

As informações levantadas, segundo ela, mostraram que ela "estava acima do ponto de corte dado pelo Ministério da Saúde". "A menor tinha critérios para abortamento legal, mas não tinha critérios baseados no protocolo do Ministério da Saúde", justificou.

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