Hospital de Nova Iguaçu pode fechar, diz prefeitura

O hospital Geral de Nova Iguaçu, uma das principais emergências da Baixada Fluminense e a maior da cidade, corre o risco de fechar; de acordo com prefeito Rogério Lisboa, o município não tem condições de manter o hospital funcionando, se não receber mais ajuda do governo federal; as cirurgias eletivas que deveriam ser feitas na unidade foram suspensas; apenas pacientes com casos graves são operados; além da falta de estrutura, os funcionários estão com dois meses de salários atrasados e receberam apenas uma parte do 13º salário

O hospital Geral de Nova Iguaçu, uma das principais emergências da Baixada Fluminense e a maior da cidade, corre o risco de fechar; de acordo com prefeito Rogério Lisboa, o município não tem condições de manter o hospital funcionando, se não receber mais ajuda do governo federal; as cirurgias eletivas que deveriam ser feitas na unidade foram suspensas; apenas pacientes com casos graves são operados; além da falta de estrutura, os funcionários estão com dois meses de salários atrasados e receberam apenas uma parte do 13º salário
O hospital Geral de Nova Iguaçu, uma das principais emergências da Baixada Fluminense e a maior da cidade, corre o risco de fechar; de acordo com prefeito Rogério Lisboa, o município não tem condições de manter o hospital funcionando, se não receber mais ajuda do governo federal; as cirurgias eletivas que deveriam ser feitas na unidade foram suspensas; apenas pacientes com casos graves são operados; além da falta de estrutura, os funcionários estão com dois meses de salários atrasados e receberam apenas uma parte do 13º salário (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O hospital Geral de Nova Iguaçu, uma das principais emergências da Baixada Fluminense e a maior da cidade, corre o risco de fechar. De acordo com prefeito Rogério Lisboa, o município não tem condições de manter o hospital funcionando, se não receber mais ajuda do governo federal. As cirurgias eletivas que deveriam ser feitas na unidade foram suspensas. Apenas pacientes com casos graves são operados. Além da falta de estrutura, os funcionários estão com dois meses de salários atrasados e receberam apenas uma parte do 13º salário. A prefeitura diz que a situação chegou a este ponto por que falta dinheiro.

A enfermaria de apoio da emergência tem o dobro dos paciente. “A espessura do colchão é dessa finurinha, então não tem conforto nenhum. Não tem conforto e ela está com muito frio e o quadro dela é de pneumonia. A tendência é piorar”, disse Alessandra Botelho da Silva, que acompanhava uma paciente. O relato foi publicado no G1.

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Em nota, o Ministério da Saúde informou que os recursos federais do SUS destinados ao hospital de Nova Iguaçu chegam a R$12 milhões por mês, mas a prefeitura mostrou uma planilha do ministério de janeiro desse ano e afirmou que, para o Hospital da Posse, só foi repassada a verba de R$ 6,3 milhões.

O diretor do hospital disse que os gastos chegam a R$ 14 milhões por mês e que o governo federal não reajusta o repasse há três anos. Segundo ele, neste período, o número de pacientes triplicou.

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“A gente tem uma quantidade de verba recebida pelo Ministério da Saúde muito aquém das nossas necessidades. O hospital, inclusive, tem a possibilidade de ser reintregre, obviamente reintregue ao Ministério, o município não tem como arcar com esta dívida, não tem como arcar com este ônus e fechar. O hospital pode fechar se o município não tem condição e se o Ministério não assumir essa responsabilidade”, disse Lino Ciro Neto, diretor médico do hospital.

Ao Bom Dia Rio, o prefeito Rogério Lisboa disse que “o governo federal tem que entrar com 70% do custeio. O governo do estado tem que entrar com 15% e o município com mais 15% e a União não tem feito a parte dela. Esse é o problema. A gente vai devolver à União para que ela toque, como ela toca Bonsucesso, como toda o Servidor”.

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“Hoje, o custeio do hospital está em torno de R$ 20 milhões. Eles tinham que fazer um repasse de R$ 14 milhões e hoje só fazem de R$ 6,3 milhões e o restante fica por conta do município e o município não aguenta isso porque é uma região enorme”, complementou.

 
 

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