Haddad prevê candidatura de França, mas compromisso de apoio no segundo turno
"Aqui em São Paulo eu e Marcio França estamos liderando as pesquisas - de maneira que as duas candidaturas podem permanecer", frisou Fernando Haddad
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247 - Líder nas pesquisas pela disputa ao governo de São Paulo, o ex-ministro e ex-prefeito da capital paulista Fernando Haddad (PT) disse nesta segunda-feira (4) que há possibilidade dele e de França lançarem candidaturas separadas com o compromisso de apoio no segundo turno, mas enfatizou que a relação entre as duas legendas “não poderia estar melhor”.
Em entrevista ao BandNews TV, Haddad disse que há possibilidade de “acertar uma aliança” com França em um eventual segundo turno. “Não há nenhuma dificuldade em nós dois selarmos um acordo de apoio no segundo turno, para quem for para o segundo turno. Obviamente que diante da chapa federal [Lula e Alckmin] eu, se for para o segundo turno, conto com Marcio França, e já antecipo que ele contará comigo, como contou sempre em que a disputa foi com os extremistas que têm trazido tanta dificuldade para o povo trabalhador”, disse.
De acordo com Haddad, "a relação com o PSB não poderia estar melhor, nós conseguimos formar uma aliança nacional", se referindo a Lula e Alckmin.
"É uma chapa histórica e o fato do Lula e o Alckmin ter uma chapa nacional, também é uma ótima notícia. Estamos com várias alianças acertadas pelo Brasil e aqui em São Paulo eu e Marcio França estamos liderando as pesquisas- de maneira que as duas candidaturas podem permanecer e que o respeito por Márcio França é grande e não é nenhuma dificuldade em nós dois acertarmos (Márcio França) uma chapa no segundo turno", frisou.
ASobre como será a campanha ao governo estadual, Haddad disse que o objetivo é focar nas propostas principalmente nas regiões onde as candidaturas petistas não foram bem em eleições passadas.
“Na cidade de São Paulo, em 2018, tivemos 40% dos votos que foram concentrados na periferia. Nosso vínculo com a população de baixa renda é grande. O que estamos dedicados é ter um vínculo com as regiões mais afastadas da capital”.
Segundo Haddad, uma região que vai ser priorizada neste momento é o oeste paulista. “Eu fui para Alta Paulista, para o Vale do Ribeira e vou visitar a região de Rio Preto. Vamos focar proposta para o extremo oeste do estado, onde a votação do PT não tem sido boa nas eleições estaduais”.
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