Haddad: Bolsonaro teve uma das semanas mais fétidas
Ex-prefeito de São Paulo fez referência a denúncias de irregularidades na gestão da pandemia, a levantamento sobre alta na desaprovação de Jair Bolsonaro e a gravações sobre envolvimento direto dele em casos de corrupção
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247 - O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad destacou no Twitter que o governo Jair Bolsonaro teve uma de suas piores semanas, com gravações sobre envolvimento direto dele no roubo de salários de assessores (rachadinhas), pesquisa Datafolha apontando recorde de rejeição e avanço de investigações da CPI da Covid sobre irregularidades no gerenciamento da pandemia do coronavírus. "Encerra-se uma das semanas mais fétidas do governo podre de Jair Bolsonaro", disse o ex-presidenciável.
Em uma das revelações, a fisiculturista Andrea Siqueira Valle, ex-cunhada de Jair Bolsonaro, afirmou que ele demitiu um irmão dela, André Siqueira Valle, por ter se recusado a entregar a maior parte do salário de assessor do então deputado federal.
Mulher de Fabrício Queiroz, Márcia Aguiar também afirmou que "o 01, o Jair, não vai deixar", ao comentar sobre um possível retorno do marido para um cargo de assessor de Flávio Bolsonaro. Filha do ex-assessor, Nathália Queiroz disse que o "01" iria cobrá-lo por continuar fazendo supostas articulações políticas mesmo escondido em Atibaia (SP).
Outra revelação apontou que o coronel da reserva do Exército Guilherme dos Santos Hudson atuou no recolhimento de salários do antigo gabinete de Flávio Bolsonaro quando o atual senador exercia um mandato na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A informação também foi divulgada por Andrea Siqueira Valle. O militar é tio de Andrea e de Ana Cristina Valle, segunda mulher de Bolsonaro pai.
De acordo com pesquisa Datafolha, divulgada nessa quinta-feira (8), a rejeição a Bolsonaro atingiu 51%, recorde desde o início do seu mandato, em 2019.
O presidente da CPI da Covid no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), cobrou nesta quinta-feira (8) do presidente Jair Bolsonaro uma resposta sobre a acusação do deputado Luís Miranda (DEM-DF) de que ele teria relacionado o deputado Ricardo Barros (PP-PR) com supostas irregularidades na compra da vacina indiana contra Covid-19 Covaxin.
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