'Há clima de radicalização política em Brasília'

Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes disse que a crise econômica no país está sendo agravada por um "clima de radicalização política" em Brasília e afirmou que os políticos precisam de maturidade e tranquilidade; "O que tenho visto em Brasília parece briga de criança no jardim de infância. Desculpe a expressão, com todo o respeito, não estou querendo generalizar", disse Paes, que questionou: "E o povo? E as pessoas? E os governantes que têm contas para pagar? E a recessão?", questionou ele durante assembleia plenária do Conselho Empresarial da América Latina, no Rio de Janeiro

Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes disse que a crise econômica no país está sendo agravada por um "clima de radicalização política" em Brasília e afirmou que os políticos precisam de maturidade e tranquilidade; "O que tenho visto em Brasília parece briga de criança no jardim de infância. Desculpe a expressão, com todo o respeito, não estou querendo generalizar", disse Paes, que questionou: "E o povo? E as pessoas? E os governantes que têm contas para pagar? E a recessão?", questionou ele durante assembleia plenária do Conselho Empresarial da América Latina, no Rio de Janeiro
Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes disse que a crise econômica no país está sendo agravada por um "clima de radicalização política" em Brasília e afirmou que os políticos precisam de maturidade e tranquilidade; "O que tenho visto em Brasília parece briga de criança no jardim de infância. Desculpe a expressão, com todo o respeito, não estou querendo generalizar", disse Paes, que questionou: "E o povo? E as pessoas? E os governantes que têm contas para pagar? E a recessão?", questionou ele durante assembleia plenária do Conselho Empresarial da América Latina, no Rio de Janeiro (Foto: Leonardo Lucena)


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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse nesta quinta-feira (15) que a crise econômica no país está sendo agravada por um "clima de radicalização política" em Brasília e afirmou que os políticos precisam de maturidade e tranquilidade.

"O que tenho visto em Brasília parece briga de criança no jardim de infância. Desculpe a expressão, com todo o respeito, não estou querendo generalizar", disse Paes, que questionou: "E o povo? E as pessoas? E os governantes que têm contas para pagar? E a recessão?".

O prefeito pemedebista disse considerar "absurda por si só" a discussão sobre um possível impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff e classificou a hipótesse uma "forçação de barra sem sentido".

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"Impeachment é um instrumento da democracia, é possível. Não há nada demais com isso. Agora, quando se força a mão no impeachment sem nenhum crime de responsabilidade é que me parece exagero", disse o prefeito ao participar da assembleia plenária do Conselho Empresarial da América Latina, que acontece hoje e amanhã no Rio de Janeiro.

Eduardo Paes defendeu que a presidenta "conclua o mandato com tranquilidade e que permitam a ela governar". "A gente tem que permitir que as coisas sejam apuradas, que as pessoas se defendam e que a vida ande. O país não pode parar por causa disso".

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