"Guardiões do Crivella" tinham contato dentro do gabinete do prefeito, diz polícia

A polícia afirma que algum integrante do gabinete de Crivella mantinha contato com o assessor especial Marcos Paulo de Oliveira Luciano para coordenar os "guardiões"

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)


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247 - O grupo denominado "guardiões do Crivella" tinha acesso e interlocução com o gabinete do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, de acordo com a Polícia Civil.

Os "guardiões" são servidores pagos pelo prefeito com dinheiro público para ocuparem unidades de saúde no município, impedir o trabalho da imprensa e dificultar as denúncias acerca da precariedade do sistema de saúde.

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De acordo com o delegado William Pena Júnior, a polícia investiga quem fazia a ponte entre o assessor especial Marcos Paulo de Oliveira Luciano (ML), suspeito de chefiar as ações, e o gabinete de Crivella. “O ML tinha interlocução dentro do gabinete do prefeito”, disse. “Com o auxílio da análise do material apreendido e dos depoimentos, o próximo passo é identificar quem estava acima dele no grupo. Foi montada uma estrutura muito bem organizada e com dinheiro público”, completou.

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