Greve de professores no Rio começa nesta segunda
Os professores reivindicam reajuste salarial de 20%, um terço de tempo para o planejamento de aulas, redução da carga horária para 30 horas semanais e a contratação de mais professores por concursos públicos; a prefeitura do Rio não apresentou uma proposta ao sindicato e sustenta que os professores municipais são os que recebem o segundo melhor salário do país; já o governo do Estado oferece reajuste de 8% e argumenta que diminuir o tempo de trabalho de funcionários para 30 horas acarretaria em uma diminuição no salário, o que é proibido por lei
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Rio 247 – Estudantes das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro devem ficar sem aulas já a partir desta segunda-feira, 12, por conta da greve dos professores. A reunião de representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) com a prefeitura do Rio, que aconteceu nessa sexta-feira, 9, para falar sobre as propostas de cada um dos lados, não chegou a um consenso e os profissionais da educação prometem cruzar os braços.
Os professores reivindicam reajuste salarial de 20%, um terço de tempo para o planejamento de aulas, redução da carga horária para 30 horas semanais e a contratação de mais professores por concursos públicos.
Segundo informações do G1, a prefeitura do Rio não apresentou uma proposta ao sindicato e sustenta que os professores municipais são os que recebem o segundo melhor salário do país. Já o secretário de Educação do Estado, Wilson Riolia, oferece reajuste de 8% e argumenta que diminuir o tempo de trabalho de funcionários para 30 horas acarretaria em uma diminuição no salário, o que é proibido por lei.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux marcou para esta terça-feira, 13, em Brasília, uma audiência para tratar da greve, e pediu que os professores não paralisem as escolas antes da audiência.
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