Grampos mostram relações de vereador com milicianos
Escutas telefônicas revelam que o vereador Marcello Siciliano (PHS), acusado de ser um dos mandantes do assassinato de Marielle Franco (PSOL), a 14 de março no Rio fazia e recebia favores de milicianos; numa das conversas, um suposto miliciano pede ao vereador que acione o 31º Batalhão da PM, que atende o Recreio dos Bandeirantes e outras áreas da Zona Oeste, depois que "os bandidos lá mataram um amigo nosso"; "Vou mandar botar agora. Na volta passo aí", responde o vereador
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247 - Escutas telefônicas revelam que o vereador Marcello Siciliano (PHS), acusado de ser um dos mandantes do assassinato de Marielle Franco (PSOL), a 14 de março no Rio fazia e recebia favores de milicianos. Numa das conversas, exibida ontem no Fantástico, um suposto miliciano pede ao vereador que acione o 31º Batalhão da PM, que atende o Recreio dos Bandeirantes e outras áreas da Zona Oeste, depois que "os bandidos lá mataram um amigo nosso".
"Você podia dar um toque pro pessoal do 31 pra ficar de olho? (Se) Botar uma blitz ali vai pegar", pede o interlocutor. "Vou mandar botar agora. Na volta passo aí", responde o vereador. Em outra conversa telefônica, Siciliano pede ajuda a um suposto miliciano para inaugurar um projeto social em área de milícia: "O garoto ia começar a fazer o projeto lá hoje, aí o rapaz chegou lá e falou 'não, não vai fazer nada aqui não'. Eu posso ir atrás lá da pessoa pra resolver em teu nome?" O interlocutor concorda: "Pode, vou te mandar o telefone dele aqui. Pode ir."
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