Governo do Rio alerta que poderá não pagar salários do funcionalismo já em agosto
Secretário de Fazenda do Rio de Janeiro, Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, disse que o estado precisaria receber R$ 10 bilhões, dos R$ 15 bilhões que foram solicitados à União, para assegurar os pagamentos dos salários e garantir o funcionamento dos serviços essenciais
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - O secretário de Fazenda do Rio de Janeiro, Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, disse que o estado poderá não recursos em caixa para pagar o salário do funcionalismo público de agosto, caso não receba um auxílio financeiro da União. De acordo com ele, o Rio precisaria receber ao menos R$ 10 bilhões, dos R$ 15 bilhões que foram solicitados, para assegurar os pagamentos dos salários e garantir o funcionamento dos serviços essenciais.
Segundo reportagem do jornal O Globo, Carvalho teria dito que nem mesmo os salários de julho dos servidores estão garantidos e que seriam necessárias a realização de “manobras de tesouraria” para garantir o pagamento.
“Sem o auxílio da União, já teremos dificuldade de pagar salários em julho (referente ao mês trabalhado de junho). Não digo que não conseguiremos pagar, porque pode ser que consigamos fazendo algumas manobras de tesouraria. Em agosto, aí sim, com certeza, já não teremos dinheiro para pagar ao funcionalismo. Obviamente, isso afeta o pagamento do décimo terceiro também”, disse Carvalho.
“Nenhum estado brasileiro consegue sobreviver a uma queda de 30% das receitas. Todos estão sujeitos a problemas sem ajuda da União. Quando faltar dinheiro, os estados atrasarão o pagamento de fornecedores. Depois, os salários dos servidores. Se a União não socorrer estados e municípios, todos quebrarão e teremos mais uma crise: a quebradeira dos estados e municípios”, alertou Carvalho.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247