Governo do estado de SP prorroga fase emergencial da quarentena até 11 de abril
Foram suspensas celebrações religiosas e esportivas coletivas, bem como o uso de praias e parques. Também foi recomendado que as empresas trabalhem no home office para as atividades administrativas dos setores não essenciais, bem como o escalonamento do início do expediente para diminuir aglomerações no transporte público
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247 - O governo de São Paulo prorrogou a fase emergencial até o dia 11 de abril. Essa etapa prevê regras mais duras do que a fase vermelha da quarentena. As novas regras medida entraram em vigor em 15 de março e, de acordo com a previsão inicial, deveria permanecer até o dia 30. Mas, devido à explosão de casos e do colapso no sistema de saúde, a gestão estadual decidiu ampliar o período das restrições.
Agora foram suspensas celebrações religiosas e esportivas coletivas, bem como o uso de praias e parques. Setores e serviços, que tinham autorização para funcionar durante a fase vermelha, também foram proibidos de operar, como retirada presencial de mercadorias e alimentos em estabelecimentos e em lojas de materiais de construção.
O governo também recomendou que as empresas trabalhem no home office para as atividades administrativas dos setores não essenciais. Também foi recomendado o escalonamento do início do expediente para diminuir aglomerações no transporte público.
Os horários indicados são das 5h às 7h para entrada e das 14h às 16h para saída de profissionais da indústria; entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.
Não há restrição ao funcionamento de supermercados. Mercearias e padarias podem funcionar seguindo as regras de mercados, com proibição de consumo no local.
Feriados
Vários municípios do estado anteciparam feriados nacionais para reduzir a circulação. Na capital paulista, a medida começou nesta sexta (26) e irá até o dia 4 de abril.
O estado registrou, nesta sexta-feira (26), 1.193 novas mortes provocadas pela Covid-19, novo recorde em 24 horas desde o começo da pandemia. Agora a principal unidade federativa do País tem 70 mil vidas perdidas para o coronavírus.
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