Garotinho defende redução da maioridade para crimes hediondos

"Minha opinião é que quem comete crime hediondo, com 14, 15, ou 18 anos, deve ser tratado da mesma forma pela lei. A classificação não pode ser pela idade, mas pelo crime. Este é um passo que o Brasil terá que dar, e acho que já passou da hora", disse o pré-candidato ao governo do Rio, deputado Anthony Garotinho (PR), em entrevista ao programa Ponto a Ponto, da BandNews

"Minha opinião é que quem comete crime hediondo, com 14, 15, ou 18 anos, deve ser tratado da mesma forma pela lei. A classificação não pode ser pela idade, mas pelo crime. Este é um passo que o Brasil terá que dar, e acho que já passou da hora", disse o pré-candidato ao governo do Rio, deputado Anthony Garotinho (PR), em entrevista ao programa Ponto a Ponto, da BandNews
"Minha opinião é que quem comete crime hediondo, com 14, 15, ou 18 anos, deve ser tratado da mesma forma pela lei. A classificação não pode ser pela idade, mas pelo crime. Este é um passo que o Brasil terá que dar, e acho que já passou da hora", disse o pré-candidato ao governo do Rio, deputado Anthony Garotinho (PR), em entrevista ao programa Ponto a Ponto, da BandNews (Foto: Gisele Federicce)


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Rio 247 – O pré-candidato pelo PR ao governo do Rio, Anthony Garotinho, defendeu nesta quinta-feira 22 a redução da maioridade penal para quem comete crimes hediondos. O deputado ressaltou, no entanto, que é preciso tocar na raiz do problema, promovendo políticas públicas que defendam a família e o menor de idade para afastá-lo da criminalidade.

"Minha opinião é que quem comete crime hediondo, com 14, 15, ou 18 anos, deve ser tratado da mesma forma pela lei. A classificação não pode ser pela idade, mas pelo crime. Este é um passo que o Brasil terá que dar, e acho que já passou da hora", afirmou o ex-governador, em entrevista ao programa Ponto a Ponto, da BandNews TV, apresentado pela jornalista Mônica Bergamo e pelo sociólogo Antonio Lavareda.

"Esse problema tem que ser encarado em suas origens", acrescentou Garotinho. "Primeiro, falha o governo, falha depois a família, falha a escola e chegamos a esse menor que comente crimes. Temos que interferir nesse processo todo, não apenas na questão da maioridade penal", disse. A entrevista vai o ar na noite de sábado, à meia noite.

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