Garis decidem continuar em greve no Rio

Cerca de 500 garis que se reuniram em frente à Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) decidiram pela continuidade da greve, iniciada há cinco dias; tanto a Comlurb como a própria categoria não sabem informar a quantidade de garis que estão de braços cruzados; não há esquema alternativo para amenizar os efeitos da paralisação; companhia emprega 15 mil profissionais

Cerca de 500 garis que se reuniram em frente à Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) decidiram pela continuidade da greve, iniciada há cinco dias; tanto a Comlurb como a própria categoria não sabem informar a quantidade de garis que estão de braços cruzados; não há esquema alternativo para amenizar os efeitos da paralisação; companhia emprega 15 mil profissionais
Cerca de 500 garis que se reuniram em frente à Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) decidiram pela continuidade da greve, iniciada há cinco dias; tanto a Comlurb como a própria categoria não sabem informar a quantidade de garis que estão de braços cruzados; não há esquema alternativo para amenizar os efeitos da paralisação; companhia emprega 15 mil profissionais (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – Cerca de 500 garis que se reuniram na manhã desta quinta-feira (6) em frente à Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) decidiram pela continuidade da greve, iniciada há cinco dias. Tanto a Comlurb como a própria categoria não sabem informar a quantidade de garis que estão de braços cruzados. Não há esquema alternativo para amenizar os efeitos da greve. A companhia emprega 15 mil garis.

De acordo com a companhia, 13 bairros estão com 100% do efetivo nas ruas. São eles: São Cristóvão, Centro, Lapa, Rio Comprido, Vigário Geral, Tijuca, Santa Teresa, Vila Isabel, Região Portuária, Campo Grande, Del Castilho, Copacabana e Botafogo.

Acusados de ameaçar colegas que estavam trabalhando, quatro garis em greve foram presos, nesta quarta-feira (5). Como consequência da iniciativa, eles foram autuados por atentado contra a liberdade do trabalho.

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Os garis reivindicam aumento salarial, pagamento de goras extras e reajuste no auxílio-refeição. Conforme acordo anunciado na segunda-feira (3), a categoria terá um reajuste salarial de 9% - o piso aumentará de R$ 804 para R$ 874 – e mais 40% de adicional de insalubridade. O vencimento passará de R$ 1.224,70. Os garis, no entanto, pedem um piso de R$ 1.224,70.

 

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