Funcionários da Cedae cruzam os braços no Rio

Funcionários da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) estão paralisados por 72 horas desde a meia-noite desta terça-feira (7) no Rio de Janeiro; a categoria é contra o projeto do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, de privatização da empresa que será analisada pela Assembleia Legislativa na quinta-feira (9); a venda da Cedae é uma contrapartida do governo federal para o empréstimo de R$ 3,5 bilhões ao estado com o objetivo de pagar dos salários atrasados dos servidores estaduais

Funcionários da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) estão paralisados por 72 horas desde a meia-noite desta terça-feira (7) no Rio de Janeiro; a categoria é contra o projeto do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, de privatização da empresa que será analisada pela Assembleia Legislativa na quinta-feira (9); a venda da Cedae é uma contrapartida do governo federal para o empréstimo de R$ 3,5 bilhões ao estado com o objetivo de pagar dos salários atrasados dos servidores estaduais
Funcionários da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) estão paralisados por 72 horas desde a meia-noite desta terça-feira (7) no Rio de Janeiro; a categoria é contra o projeto do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, de privatização da empresa que será analisada pela Assembleia Legislativa na quinta-feira (9); a venda da Cedae é uma contrapartida do governo federal para o empréstimo de R$ 3,5 bilhões ao estado com o objetivo de pagar dos salários atrasados dos servidores estaduais (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Funcionários da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) estão paralisados por 72 horas desde a meia-noite desta terça-feira (7) no Rio de Janeiro. A categoria é contra o projeto do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, de privatização da empresa que será analisada pela Assembleia Legislativa na quinta-feira (9). A venda da Cedae é uma contrapartida do governo federal para o empréstimo de R$ 3,5 bilhões ao estado com o objetivo de pagar dos salários atrasados dos servidores estaduais.

De acordo com o diretor Humberto Lemos, do Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento Básico e Meio Ambiente (Sintsama), nenhum serviço será interrompido e a população não será afetada.

O sindicalista disse que, aproximadamente, 30% do efetivo de funcionários da companhia continuarão trabalhando para garantir o serviço essencial. Funcionários em greve podem ser convocados, se houver necessidade emergencial.

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