Freixo: cultura do justiçamento legitima práticas violentas

Deputado Marcelo Freixo (Psol) lamenta caso de agressão policial a jovens na manhã de Natal, na favela Santo Amaro: "por que policiais torturaram os rapazes? Ora, por que não o fariam? Se damos aos agentes de segurança o poder de decidir sobre a vida e a morte em nossos tribunais de rua, por que eles não exerceriam o arbítrio sobre os corpos? Se dispõem da vida, usufruirão da carne"; segundo ele, essas vítimas, na maioria negros, sentiram a crueldade do nosso espírito romano e questiona "o papel que a cultura do justiçamento exerce no incentivo e legitimação de práticas violentas"

Deputado Marcelo Freixo (Psol) lamenta caso de agressão policial a jovens na manhã de Natal, na favela Santo Amaro: "por que policiais torturaram os rapazes? Ora, por que não o fariam? Se damos aos agentes de segurança o poder de decidir sobre a vida e a morte em nossos tribunais de rua, por que eles não exerceriam o arbítrio sobre os corpos? Se dispõem da vida, usufruirão da carne"; segundo ele, essas vítimas, na maioria negros, sentiram a crueldade do nosso espírito romano e questiona "o papel que a cultura do justiçamento exerce no incentivo e legitimação de práticas violentas"
Deputado Marcelo Freixo (Psol) lamenta caso de agressão policial a jovens na manhã de Natal, na favela Santo Amaro: "por que policiais torturaram os rapazes? Ora, por que não o fariam? Se damos aos agentes de segurança o poder de decidir sobre a vida e a morte em nossos tribunais de rua, por que eles não exerceriam o arbítrio sobre os corpos? Se dispõem da vida, usufruirão da carne"; segundo ele, essas vítimas, na maioria negros, sentiram a crueldade do nosso espírito romano e questiona "o papel que a cultura do justiçamento exerce no incentivo e legitimação de práticas violentas" (Foto: Roberta Namour)


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247 – O deputado Marcelo Freixo (Psol) lamentou o caso de agressão policial a jovens na manhã de Natal, na favela Santo Amaro: “Os jovens foram agredidos, tiveram seus corpos queimados com isqueiro e faca quente, foram obrigados a fazer sexo oral uns nos outros e ainda tiveram seus pertences roubados. No dia em que se comemora o nascimento de Cristo, eles sentiram a crueldade do nosso espírito romano”.

“Por que policiais torturaram os rapazes? Ora, por que não o fariam? Se damos aos agentes de segurança o poder de decidir sobre a vida e a morte em nossos tribunais de rua, por que eles não exerceriam o arbítrio sobre os corpos? Se dispõem da vida, usufruirão da carne », disse.

Segundo ele, essas vítimas, na maioria negros, sentiram a crueldade do nosso espírito romano e questiona "o papel que a cultura do justiçamento exerce no incentivo e legitimação de práticas violentas" (leia aqui).

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