Flávio Bolsonaro tenta defender o pai no caso das joias: 'não tem maldade ou ato de corrupção'

Na legislação brasileira, presentes recebidos em cerimônias com chefes de Estado não são pessoais, mas sim do Estado brasileiro

Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro (Foto: Alessandro Dantas - Agência Brasil)


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247 - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho de Jair Bolsonaro, defendeu nesta quarta-feira (8) a apropriação pelo pai de joias presenteadas pelo governo da Arábia Saudita. "Não tem nenhum dolo da parte dele, de maldade, ou ato de corrupção. Zero", afirmou, de acordo com o jornal O Globo. Na legislação brasileira, presentes recebidos em cerimônias com chefes de Estado não são pessoais, mas pertencem ao Estado brasileiro.

Jair Bolsonaro admitiu ter ficado com um dos dois pacotes de joias avaliadas em cerca de R$ 400 mil. O outro pacote, que teria como destino a esposa dele, guardava joias avaliadas em cerca de R$ 16,5 milhões.

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"Na minha opinião, (a caixa de joias) é personalíssima, independentemente do valor", continuou acrescentou. "Nada mal explicado. Está tudo legalizado. Estão fazendo espuma. Como que alguém que quer esconder alguma coisa registra o que está entrando no país?". 

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Documentos mostraram que pelo menos uma parte das joias tinha como destino o acervo privado de Bolsonaro. 

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