Fifa diz que "confia no comportamento" da Match

Em nota, a Fifa lembrou a parceria comercial de 30 anos com os irmãos mexicanos Jaime e Enrique Byrom, principais acionistas da Match, autorizada pela entidade a vender ingressos e pacotes de hospedagem; "Com base na experiência adquirida ao longo de quase 30 anos de colaboração com a Byrom plc., a Fifa confia no comportamento comercial leal e respeitável da Byrom plc., de seus funcionários e diretores e está confiante de que uma avaliação de todos os fatos e conceitos vai exonerar de culpa os funcionários e diretores de Byrom plc."

Em nota, a Fifa lembrou a parceria comercial de 30 anos com os irmãos mexicanos Jaime e Enrique Byrom, principais acionistas da Match, autorizada pela entidade a vender ingressos e pacotes de hospedagem; "Com base na experiência adquirida ao longo de quase 30 anos de colaboração com a Byrom plc., a Fifa confia no comportamento comercial leal e respeitável da Byrom plc., de seus funcionários e diretores e está confiante de que uma avaliação de todos os fatos e conceitos vai exonerar de culpa os funcionários e diretores de Byrom plc."
Em nota, a Fifa lembrou a parceria comercial de 30 anos com os irmãos mexicanos Jaime e Enrique Byrom, principais acionistas da Match, autorizada pela entidade a vender ingressos e pacotes de hospedagem; "Com base na experiência adquirida ao longo de quase 30 anos de colaboração com a Byrom plc., a Fifa confia no comportamento comercial leal e respeitável da Byrom plc., de seus funcionários e diretores e está confiante de que uma avaliação de todos os fatos e conceitos vai exonerar de culpa os funcionários e diretores de Byrom plc." (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – A Fifa defendeu, neste final de semana, a Match Services, envolvida no escândalo conhecido como a Máfia do Ingressos. A entidade máxima do futebol disse ter há muitos anos uma parceria com a empresa e acreditar na inocência dos seus diretores, como Raymond Whelan, foragido deste a última quinta-feira (10). A Macth foi autorizada pela Fifa a vender pacotes de hospedagem e ingressos para a Copa do Mundo.

Em nota, a Fifa lembrou a parceria comercial de 30 anos com os irmãos mexicanos Jaime e Enrique Byrom, principais acionistas da empresa, e afirmou confiar na organização. "Com base na experiência adquirida ao longo de quase 30 anos de colaboração com a Byrom plc., a Fifa confia no comportamento comercial leal e respeitável da Byrom plc., de seus funcionários e diretores e está confiante de que uma avaliação de todos os fatos e conceitos vai exonerar de culpa os funcionários e diretores de Byrom plc.", disse o texto.

A Máfia dos Ingressos ficou conhecida após a Polícia Civil do Rio de Janeiro descobrir um esquema de venda ilegal de ingressos para o torneio. De acordo com as investigações, a quadrilha faturava até R$ 1 milhão por jogo. Um ingresso chegava a custar, por exemplo, R$ 35 mil. O grupo atuou em outras quatro Copas e faturado até R$ 200 milhões a cada torneio.

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De acordo com a nota, "a Fifa está totalmente empenhada em combater qualquer forma de atividade ilegal envolvendo ingressos da Copa do Mundo, a fim de assegurar uma divisão e preços justos de ingressos para o benefício dos fãs de futebol ao redor do mundo".

O diretor da Match tinha ligação com o argelino Lamine Fofana, mentor do esquema e que está detido no presídio de Bangu 10, na Zona Oeste da cidade do Rio, com outras dez pessoas. Segundo informações do Portal Terra, no quarto de Whelan foram encontrados 200 ingressos da Copa.

Polícia quer evitar "táticas" da Fifa

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A polícia desconfia que a Fifa tem como estratégia não prestar esclarecimentos sobre o caso para que todos os envolvidos possam deixar o País e voltarem para a Suíça, sede da entidade, onde a lei brasileira não poderia ser aplicada. "Por isso precisamos do máximo de informações para evitar que as pessoas deixem o País sem responder às perguntas da Justiça", afirmou Fernando Veloso, chefe da polícia civil do Rio.

A porta-voz da Fifa Délia Fischer disse novamente, neste domingo (13), no Maracanã, que a entidade se pronunciará apenas quando receber informações concretas da polícia.

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