FH: Só se consegue aumentar imposto quando há credibilidade

Ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso criticou a proposta do governo de elevar os tributos para equilibrar as contas em 2016: “Eu fiz a CPMF com Itamar Franco e Jatene. Havia credibilidade, e eu tive apoio. Agora, para qualquer tentativa de imposto, há barreira porque há desconfiança no governo e na maneira como as coisas estão funcionando”, disse ele, no lançamento do seu livro “A miséria da política - crônicas do lulopetismo e outros escritos”; sobre o golpe contra Dilma, acrescentou: “Impeachment só ocorre quando é indiscutível. Não adianta estimular”

Ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso criticou a proposta do governo de elevar os tributos para equilibrar as contas em 2016: “Eu fiz a CPMF com Itamar Franco e Jatene. Havia credibilidade, e eu tive apoio. Agora, para qualquer tentativa de imposto, há barreira porque há desconfiança no governo e na maneira como as coisas estão funcionando”, disse ele, no lançamento do seu livro “A miséria da política - crônicas do lulopetismo e outros escritos”; sobre o golpe contra Dilma, acrescentou: “Impeachment só ocorre quando é indiscutível. Não adianta estimular”
Ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso criticou a proposta do governo de elevar os tributos para equilibrar as contas em 2016: “Eu fiz a CPMF com Itamar Franco e Jatene. Havia credibilidade, e eu tive apoio. Agora, para qualquer tentativa de imposto, há barreira porque há desconfiança no governo e na maneira como as coisas estão funcionando”, disse ele, no lançamento do seu livro “A miséria da política - crônicas do lulopetismo e outros escritos”; sobre o golpe contra Dilma, acrescentou: “Impeachment só ocorre quando é indiscutível. Não adianta estimular” (Foto: Roberta Namour)


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247 – O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso criticou a proposta do governo de elevar os tributos para equilibrar as contas em 2016.

“Imposto ninguém quer, porque é imposto. E só se consegue aumentar imposto quando há credibilidade. Eu fiz a CPMF com (o ex-presidente) Itamar (Franco) e (o-ex ministro da Saúde Adib) Jatene. Havia credibilidade, e eu tive apoio. Agora, para qualquer tentativa de imposto, há barreira porque há desconfiança no governo e na maneira como as coisas estão funcionando”, disse em debate do Globo, no lançamento do seu livro “A miséria da política - crônicas do lulopetismo e outros escritos” (Civilização Brasileira), no Rio.

Questionado sobre o movimento golpista contra Dilma Rousseff, liderado pelo seu partido, disse: “Impeachment só ocorre quando é indiscutível. Não adianta estimular” (leia aqui).

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