Família vai pedir indenização ao Burger King após garoto de 12 anos ser açoitado por segurança

Agressão ocorreu nesta terça-feira, 15, em unidade na zona sul da capital paulista

(Foto: Gil Luiz Mendes / Ponte Jornalismo)


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Gil Luiz Mendes, Ponte - Ao apontar para as marcas deixadas pela agressão de um segurança do Burger King nas costas do seu filho, Rayane Cármen da Silva, 34 anos, sente revolta. Ela, que não bate em nenhum dos seus cinco filhos, não admite que o mais velho deles tenha sido açoitado com um cinto na última terça-feira (15/2), em uma loja da rede de fast food localizada na Rodovia Anchieta, zona sul da cidade de São Paulo.

A mãe do garoto de 12 anos afirma que vai pedir a punição do agressor do seu filho, bem como pedirá uma indenização à empresa pelo fato ocorrido. Para Rayane, a única justificativa para tamanha violência contra o menino é o racismo. “Os funcionários da loja foram racistas porque meu filho é preto e ele não estava roubando. Eu quero justiça”, afirmou.

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Leia a íntegra na Ponte.

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