Família de Moïse não teve acesso ao inquérito, diz presidenta da CDH da Alerj

A denúncia partiu da presidenta da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Dani Monteiro (PSOL)

Congolês Moïse Mugenyi Kabagambe e a presidenta da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Dani Monteiro (PSOL)
Congolês Moïse Mugenyi Kabagambe e a presidenta da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Dani Monteiro (PSOL) (Foto: Reprodução | Julia Passos/Alerj)


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Revista Forum - A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) atendeu nesta quinta-feira (3) a família de Moïse Mugenyi Kabagambe, o congolês assassinado brutalmente no quiosque Tropicália, na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL), que preside a comissão, deu detalhes no Jornal da Fórum sobre a situação da família de congoleses, desamparada pelo Estado.

“A gente vem dando conta do atendimento da família do Moïse desde segunda-feira, hoje foi nosso segundo atendimento e busca dar conta das mais diversas demandas que eles apresentam. Desde demandas de saúde – a saúde mental de Dona Ivone, mãe dele – mas também a garantia de demandas estruturais”, afirmou Dani Monteiro em entrevista aos jornalistas Lucas Rocha e Miguel do Rosário, no Jornal da Fórum (leia a íntegra na Revista Forum).

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