Explosão de prédio em São Conrado não foi acidental, aponta laudo
O laudo da Polícia Civil do Rio que investigou a explosão que matou o alemão Markus Muller, em um prédio em São Conrado, na Zona Sul do Rio no ano passado, constatou que a explosão não foi um acidente e que teria sido provocada pela própria vítima; de acordo com a polícia, o alemão teria instalado o rabicho de gás de forma errada propositalmente; ele estava com dívidas pessoais, bancárias, e do aluguel do apartamento onde morava; a explosão, no dia 18 de maio de 2015, destruiu várias unidades do prédio, que segue interditado
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Rio 247 - O laudo da Polícia Civil do Rio que investigou a explosão que matou o alemão Markus Muller, em um prédio em São Conrado, na Zona Sul do Rio no ano passado, constatou que a explosão não foi um acidente e que teria sido provocada pela própria vítima A informação é da GloboNews. De acordo com a polícia, o alemão teria instalado o rabicho de gás de forma errada propositalmente. A explosão, no dia 18 de maio de 2015, destruiu várias unidades do prédio, que segue interditado.
Os investigadores descobriram que Markus Muller tinha passagem pela polícia na Alemanha por pedofilia e fraudes. No documento, o delegado José Alberto Lage disse estar convicto de que ele instalou o rabicho de gás de forma errada intencionalmente para que a explosão ocorresse.
Com base nos depoimentos, o delegado informou que Markus era uma pessoa de pouquíssimas amizades, e que não tinha empregados domésticos, mas usaria menores da Rocinha para serviços domésticos.
De acordo com o delegado, Markus estava com dívidas pessoais, bancárias, e do aluguel do apartamento onde morava.
A explosão no apartamento 1001 do Edificio Canoas, em São Conrado, foi na madrugada do dia 18 de maio do ano passado. O alemão Markus Muller era a única pessoa que estava no apartamento.
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