Exército e Marinha ocupam Complexo da Maré

Operação "São Francisco" tem 2.050 homens da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, 450 da Marinha, 200 da Polícia Militar e uma equipe avançada da 21ª DP (Bonsucesso), em substituição de parte do efetivo da Polícia Militar; a Aeronáutica poderá auxiliar as operações, caso seja necessário

Operação "São Francisco" tem 2.050 homens da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, 450 da Marinha, 200 da Polícia Militar e uma equipe avançada da 21ª DP (Bonsucesso), em substituição de parte do efetivo da Polícia Militar; a Aeronáutica poderá auxiliar as operações, caso seja necessário
Operação "São Francisco" tem 2.050 homens da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, 450 da Marinha, 200 da Polícia Militar e uma equipe avançada da 21ª DP (Bonsucesso), em substituição de parte do efetivo da Polícia Militar; a Aeronáutica poderá auxiliar as operações, caso seja necessário (Foto: Roberta Namour)


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Vinícius Lisboa, repórter da Agência Brasil
Começou às 6h30 da manhã de hoje (5) a ocupação das forças federais no Complexo da Maré, na zona norte do Rio. A operação, batizada de São Francisco, tem 2,7 mil homens, sendo 2.050 da Brigada Paraquedista do Exército, 450 da Marinha e 200 da Polícia Militar.

Às 11h, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o Ministro da Defesa, Celso Amorim, assinarão a formalização do Acordo de Emprego da Força de Pacificação no Complexo da Maré, que vai durar ao menos até o dia 31 de julho. A reunião será no Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste.

As tropas atuarão em 15 comunidades, em uma área de aproximadamente 10 quilômetros quadrados, e serão comandadas pelo comandante da Brigada de Infantaria Paraquedista, o general de brigada Roberto Escoto.

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A sede da Força de Pacificação será no Centro de Preparação dos Oficiais da Reserva (CPOR), situado em uma região próxima ao complexo de favelas. Na operação, os militares usarão a experiência adquirida na ocupação do Complexo do Alemão e na operação de paz no Haiti.

A operação foi motivada por um pedido do governo do estado, por meio do instrumento jurídico de Garantia da Lei e da Ordem, em que o governador autoriza o governo federal a intervir em uma área delimitada. A ocupação precede a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na Maré, que deve ocorrer no segundo semestre deste ano.

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