Exército e bandidos entram em confronto na Maré
Militares da Força de Pacificação da Maré entraram em confronto com criminosos nas proximidades do Centro Integrado de Educação Pública (CIEP) Elis Regina, na zona norte do Rio; em nota, a Força de Pacificação esclarece que a confusão começou depois que uma tropa que fazia patrulhamento na região foi hostilizada por "um grande número de populares que arremessou sobre a tropa pedaços de pau e de tijolos, pedras, garrafas e artefatos explosivos, conhecidos popularmente como 'cabeção de nego'"
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Agência Rio - Militares da Força de Pacificação da Maré entraram em confronto na madrugada desta segunda-feira (9) com criminosos nas proximidades do Centro Integrado de Educação Pública (CIEP) Elis Regina, na zona norte do Rio.
Em nota, a Força de Pacificação esclarece que a confusão começou depois que uma tropa que fazia patrulhamento na região foi hostilizada por "um grande número de populares que arremessou sobre a tropa pedaços de pau e de tijolos, pedras, garrafas e artefatos explosivos, conhecidos popularmente como 'cabeção de nego'".
Segundo a nota, homens posicionados em cima de lajes também fizeram disparos com armas de fogo contra os militares, que revidaram com tiros de calibre 12. Os militares também admitem terem feito disparos de advertência para o alto, na tentativa de acabar com o tumulto. Ninguém foi preso ou ficou ferido durante o confronto. Por volta das 4h da madrugada, homens do Exército determinaram o fim da comemoração, alegando dar segurança às pessoas que estavam na festa.
As 15 favelas que compõem o Complexo da Maré estão patrulhadas desde o dia 5 de abril último por 2,5 mil homens do Exército e Fuzileiros Navais, com apoio de 200 policiais militares até o dia 31 de julho. A prorrogação da ocupação poderá ser estender até o final do ano. A região da Maré tem 10 quilômetros quadrados (km2) de área e 130 mil habitantes.
C/ AGÊNCIA BRASIL
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