Exército cita lei eleitoral para barrar mulheres com blusa “Lula Livre”

Três advogadas que faziam turismo no Rio de Janeiro foram impedidas pelo exército de entrar no forte de Copacabana, uma base do exército, por vestirem blusas com os dizeres "Lula Livre"; O episódio ocorreu dias após o Exército divulgar normas internas para a eleição deste ano proibindo "manifestações de cunho político-partidárias" em instalações militares. As regras foram divulgadas pelo Comando do Exército a todas as suas organizações, segundo a entidade.

Três advogadas que faziam turismo no Rio de Janeiro foram impedidas pelo exército de entrar no forte de Copacabana, uma base do exército, por vestirem blusas com os dizeres "Lula Livre"; O episódio ocorreu dias após o Exército divulgar normas internas para a eleição deste ano proibindo "manifestações de cunho político-partidárias" em instalações militares. As regras foram divulgadas pelo Comando do Exército a todas as suas organizações, segundo a entidade.
Três advogadas que faziam turismo no Rio de Janeiro foram impedidas pelo exército de entrar no forte de Copacabana, uma base do exército, por vestirem blusas com os dizeres "Lula Livre"; O episódio ocorreu dias após o Exército divulgar normas internas para a eleição deste ano proibindo "manifestações de cunho político-partidárias" em instalações militares. As regras foram divulgadas pelo Comando do Exército a todas as suas organizações, segundo a entidade. (Foto: Lais Gouveia)


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Rio 247- Três advogadas que faziam turismo no Rio de Janeiro no último domingo (27) foram impedidas pelo exército de entrar no forte de Copacabana, uma base do exército, por estarem com blusas com os dizeres "Lula Livre", campanha que ganhou dimensão internacional em defesa da liberdade do ex-presidente. 

As advogadas dirigiam-se à uma cafeteria localizada no forte de Copacabana quando foram vetadas por um soldado que alegou a proibição de propaganda política dentro das dependências do exército. Segundo as novas diretrizes aplicadas pelo Comando do Exército, essa regra estaria valendo para todas as organizações. 

O episódio ocorreu dias após o Exército divulgar normas internas para a eleição deste ano proibindo "manifestações de cunho político-partidárias" em instalações militares. As regras foram divulgadas pelo Comando do Exército a todas as suas organizações, segundo a entidade.

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As mulheres alegaram que o impedimento violava o direito de ir e vir, garantido pela Constituição Federal, e pediram aos agentes a apresentação da regra a respeito, mas, segundo elas, permaneceram em silêncio. "Não estávamos lá para fazer propaganda política, mas sim para fazer turismo", desabafou umas das advogadas em um vídeo postado no Facebook. 

"Dissemos a eles que, como deram acesso ao público, inclusive com comércio ali dentro, não tinham como aplicar uma regra militar daquela maneira. Mesmo porque, estávamos com uma camiseta com mensagem, e não pedindo voto ou panfletando", relatou a advogada Gisele Mathias ao Portal UOL. 

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Logo em seguida, Gisele conta que pagaram o ingresso e conseguiram entrar nas dependências do Forte de Copacabana. 

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