Ex-prefeito do Rio, Paes será investigado pelo STF

O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, conseguiu uma importante vitória na justiça: é que será o Supremo Tribunal Federal (STF) que vai investigá-lo sobre o seu envolvimento no recebimento de propinas para a campanha eleitoral, segundo delações de executivos da Odebrecht; a construtora teria feito repasses para a campanha do seu candidato à Prefeitura do Rio, o deputado federal Pedro Paulo (PMDB); em troca, a empresa obteve facilidades em contratos relacionados aos Jogos Olímpicos de 2016

O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, conseguiu uma importante vitória na justiça: é que será o Supremo Tribunal Federal (STF) que vai investigá-lo sobre o seu envolvimento no recebimento de propinas para a campanha eleitoral, segundo delações de executivos da Odebrecht; a construtora teria feito repasses para a campanha do seu candidato à Prefeitura do Rio, o deputado federal Pedro Paulo (PMDB); em troca, a empresa obteve facilidades em contratos relacionados aos Jogos Olímpicos de 2016
O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, conseguiu uma importante vitória na justiça: é que será o Supremo Tribunal Federal (STF) que vai investigá-lo sobre o seu envolvimento no recebimento de propinas para a campanha eleitoral, segundo delações de executivos da Odebrecht; a construtora teria feito repasses para a campanha do seu candidato à Prefeitura do Rio, o deputado federal Pedro Paulo (PMDB); em troca, a empresa obteve facilidades em contratos relacionados aos Jogos Olímpicos de 2016 (Foto: Voney Malta)


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Rio 247 – O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, conseguiu uma importante vitória na justiça: é que será o Supremo Tribunal Federal (STF) que vai investigá-lo sobre o seu envolvimento no recebimento de propinas para a campanha eleitoral, segundo delações de executivos da Odebrecht.

O que o STF entendeu foi que os fatos atribuídos a Paes estão interligados aos do deputado federal Pedro Paulo, que, como parlamentar, tem foro privilegiado e só pode ser processado e julgado em tribunais superiores.

A construtora teria feito repasses que somam R$ 3 milhões para a campanha eleitoral do seu candidato à Prefeitura do Rio, o deputado federal Pedro Paulo (PMDB). Em troca, a empresa obteve facilidades em contratos relacionados aos Jogos Olímpicos de 2016.

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O Relator do caso, que é oriundo das delações da Odebrecht, é o ministro Marco Aurélio Mello (STF).

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