Ex-prefeito de São Gonçalo é preso por suspeita de fraude
O ex-prefeito de São Gonçalo Neilton Mulim é suspeito de cometer irregularidades na contratação da empresa de iluminação pública, através da facilitação da licitação para fins políticos; de acordo com as investigações do MP-RJ, o acordo foi fechado com a empresa Compillar Entretenimento Prestadora de Serviços Eireli por R$ 15,5 milhões e renovado por duas vezes; o governo aumentou o custo da Prefeitura em mais de 200% e foi "completamente desperdiçado, pois a empresa não executou o projeto básico contratado"
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Rio 247 - O ex-prefeito de São Gonçalo Neilton Mulim foi preso na manhã desta quinta-feira (10) por suspeita de fraude de R$ 40 milhões na iluminação pública do município, o segundo maior do estado do Rio. O ex-chefe do executivo e pelo menos mais dez pessoas presas são suspeitos de cometer irregularidades na contratação da empresa de iluminação pública, através da facilitação da licitação para fins políticos.
De acordo com as investigações do Ministério Público (MP-RJ), o acordo foi fechado com a empresa Compillar Entretenimento Prestadora de Serviços Eireli por R$ 15,5 milhões e renovado por duas vezes. O governo aumentou o custo da Prefeitura em mais de 200%. O MP informou que o valor subiu de R$ 5,8 milhões para R$ 15,5 milhões e foi "completamente desperdiçado, pois a empresa não executou o projeto básico contratado".
O superfaturamento foi, ao menos, de R$ 5,9 milhões no primeiro ano. O contrato seria gerenciado pelo secretário de urbanismo Francisco Rangel e pelo subsecretário de iluminação Davi Luz Fonseca. Os dois obedeceriam os comandos de Mullim, mesmo sem fiscalização adequada, apontaram as investigações.
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