Ex-Casa Civil de Cabral deu benefícios fiscais mediante propina, diz MPF

A Operação da Lava Jato no Rio de Janeiro apurou que o ex-chefe da Casa Civil do estado Régis Fichtner, preso nesta quinta-feira (23), recebeu cerca de R$ 1,5 milhão em propina para favorecer empresas com benefícios fiscais na gestão do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB); o ex-secretário também é suspeito de fraudar precatórios para que, mediante vantagens ilícitas, empresas compensassem dívidas com o Estado; de acordo com o MPF, entre 2007 e 2016 foram movimentados cerca de R$ 21 milhões apenas em propina para a organização criminosa liderada por Cabral

A Operação da Lava Jato no Rio de Janeiro apurou que o ex-chefe da Casa Civil do estado Régis Fichtner, preso nesta quinta-feira (23), recebeu cerca de R$ 1,5 milhão em propina para favorecer empresas com benefícios fiscais na gestão do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB); o ex-secretário também é suspeito de fraudar precatórios para que, mediante vantagens ilícitas, empresas compensassem dívidas com o Estado; de acordo com o MPF, entre 2007 e 2016 foram movimentados cerca de R$ 21 milhões apenas em propina para a organização criminosa liderada por Cabral
A Operação da Lava Jato no Rio de Janeiro apurou que o ex-chefe da Casa Civil do estado Régis Fichtner, preso nesta quinta-feira (23), recebeu cerca de R$ 1,5 milhão em propina para favorecer empresas com benefícios fiscais na gestão do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB); o ex-secretário também é suspeito de fraudar precatórios para que, mediante vantagens ilícitas, empresas compensassem dívidas com o Estado; de acordo com o MPF, entre 2007 e 2016 foram movimentados cerca de R$ 21 milhões apenas em propina para a organização criminosa liderada por Cabral (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - A Operação da Lava Jato no Rio de Janeiro apurou que o ex-chefe da Casa Civil do estado Régis Fichtner, preso nesta quinta-feira (23), recebeu cerca de R$ 1,5 milhão em propina para favorecer empresas com benefícios fiscais na gestão do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). O ex-secretário também é suspeito de fraudar precatórios para que, mediante vantagens ilícitas, empresas pudessem compensar dívidas com o Estado. De acordo com o MPF, entre 2007 e 2016 foram movimentados cerca de R$ 21 milhões apenas em propina para a organização criminosa liderada por Cabral.

A procuradora da República Marisa Bispo afirmou que Fichtner era o "cara da cúpula do Sérgio Cabral". Ele tinha "posição muito relevante dentro do governo" e em consequência encontrava facilidade para agir em nome dos corruptores, segundo a procuradora. "O cargo exercido por ele dentro da Procuradoria-Geral do Estado era de assessor dentro do gabinete do procurador, o que demonstra a grande influência dele dentro da Procuradoria do Estado do Rio", disse.

Segundo Marisa, um dos fatores que influenciaram no pedido de prisão preventiva contra Fichtner foi ele ter apagado uma conta de e-mail que era utilizada para comunicação entre os investigados. "Detectamos e-mails que ele estava copiado e que ele recebeu por outros integrantes da organização. Esse é um forte indício de que ele esteja tentando se livrar da aplicação da lei penal e se furtar das investigações", acrescentou.

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Além de Fichtner, foram detidos na Operação "C'est fini" ("É o fim" ou "Acabou", em tradução livre), nova etapa da Operação Lava Jato, o empresário Georges Sadala, Maciste Granha de Mello Filho (sócio da construtora Macadame), o ex-presidente da Funderj (Fundação Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do RJ) Henrique Ribeiro, e Lineu Castilho Martins (apontado como operador de Ribeiro).

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