Estupros ocorrem uma vez a cada 13 dias em unidades de saúde de São Paulo
Há pelo menos três boletins de ocorrência contra o Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha, gerido pelo governo Doria
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247 - Reportagen do portal UOL, através da Lei de Acesso à informação, destacou dados alarmantes a respeito da violência sexual em centros de saúde: em média, há um registro de estupro dentro de um ambiente de saúde em São Paulo a cada 13 dias.
Os locais de maior ocorrência foram hospitais (56), clínicas e consultórios (12) e postos de saúde (5). Desse total, 50 casos (61%) foram registrados como estupro de vulnerável, quando a vítima é menor de 14 anos ou não consegue oferecer resistência. As idades variam de 1 a 68 anos.
Os 82 casos de estupro (na forma tentada ou consumada) foram registrados entre janeiro de 2018 e outubro de 2020 dentro de locais da capital paulista que prestam serviços de saúde -como casas de repouso, clínicas psiquiátricas, consultórios e hospitais.
A reportagem relata o caso da moradora de Interlagos Rosineide, que gravou a filha, Rafaella confirmando o crime de estupro quando estava internada com traqueostomia e uma sonda. Ela fala com muita dificuldade, mas se comunica balançando a cabeça. Para a mãe, ela diz quem é a pessoa e quantas vezes o crime aconteceu.
Rafaella não resistiu e faleceu dias após o estupro.
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