Estudos apontam que vacina da Pfizer é mais eficaz com oito semanas de intervalo do que com 21 dias

Um estudo apontou que o intervalo usado tradicionalmente pela farmacêutica - estipulado no ensaio clínico - de 21 dias resultou em uma perda de até 99% dos anticorpos anti-Sars-CoV-2. Especialistas criticam decisão do governo de SP de ter adotado intervalo menor entre as doses

(Foto: Carlos Osorio/Reuters)


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247 - A decisão do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de antecipar o intervalo entre a primeira e segunda dose da Pfizer de oito semanas para 21 dias, pode diminuir a eficácia do imunizante, apontam estudos científicos. 

De acordo com  reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo,  diversos estudos científicos já demonstraram que a proteção da Pfizer é maior quando o intervalo entre as doses é superior. Segundo especialistas, a imunidade não só é maior em relação à taxa de anticorpos produzidos, mas também pela duração da resposta imune.

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Ainda segundo a reportagem, um estudo apontou que reduzindo o intervalo para 21 dias, usado tradicionalmente pela farmacêutica pode reduzir em até 99% os anticorpos anti-Sars-CoV-2 em circulação no corpo oito meses após a segunda dose. 

Já um intervalo maior entre as doses pode reduzir essa queda, diminuindo a necessidade de uma dose de reforço.

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