Estudantes voltam a ocupar prédio da Seeduc
Nove dias após o Batalhão de Choque ter retirado à força um grupo de estudantes do interior do prédio da Secretaria estadual de Educação, no Santo Cristo, na região central do Rio, estudantes da rede pública voltaram a ocupar o local; eles reivindicam um encontro com o governador em exercício Francisco Dornelles; em um dos portões do prédio, cartazes foram fixados com dizeres como “Tá ocupado, tá tudo ocupado” e “chega de descaso com a educação”
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Rio 247 - Nove dias após o Batalhão de Choque ter retirado à força um grupo de estudantes do interior do prédio da Secretaria estadual de Educação, no Santo Cristo, na região central do Rio, estudantes da rede pública voltaram a ocupar o local. Desde o fim da manhã desta segunda-feira (30), cerca de 50 alunos de 11 escolas estão no espaço, de acordo com participantes da mobilização. Eles reivindicam um encontro com o governador em exercício Francisco Dornelles. Em um dos portões do prédio, cartazes foram fixados com dizeres como “Tá ocupado, tá tudo ocupado” e “chega de descaso com a educação”.
Funcionários, que chegaram para o trabalho, foram impedidos de entrar na secretaria. Os alunos permitem apenas entrada de pequenos grupos para ir ao banheiro. Policiais militares também estão no local. O clima é pacífico.
"A gente veio com o intuito de concretizar as pautas gerais e discutir as específicas de cada escola. O subsecretário estava no prédio, mas não nos recebeu. Em seguida, ele saiu com escolta policial e então a gente decidiu ocupar a secretaria", disse um aluno do Colégio estadual Prefeito Mendes de Moraes, na Ilha do Governador, que participa da ocupação da secretaria. O relato foi publicado no Globo.
Na madrugada o dia 21 de maio, houve bastante tumulto durante a ação que ocorreu pouco depois das 4h daquele dia. Pelo menos dois adolescentes desmaiaram. Momentos antes da desocupação, os policiais pediu para os alunos deixarem a secretaria. Professores e apoiadores do movimento que estavam do lado de fora fizeram uma corrente humana para impedir a entrada da polícia. O bloqueio foi desfeito pelos PMs e o portão da instituição foi aberto com uma marreta, dando início o tumulto.
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