Esposa de Cabral multiplicou patrimônio por dez na gestão do marido

No período em que o PMDB governou o Rio de Janeiro, o patrimônio da advogada Adriana Ancelmo passou de R$ 1,9 milhão para R$ 21,7 milhões; o motivo foi o crescimento do faturamento do seu escritório da advocacia, que saltou de R$ 1,8 milhão, em 2005, para R$ 14,7 milhões, em 2014; Adriana se especializou em advogar para empresas que obtiveram isenções fiscais bilionárias do governo do Rio, que hoje está quebrado e tenta taxar os servidores em 30%; ontem, o Ministério Público Federal voltou a pedir a prisão da esposa do ex-governador, que está detido em Bangu

No período em que o PMDB governou o Rio de Janeiro, o patrimônio da advogada Adriana Ancelmo passou de R$ 1,9 milhão para R$ 21,7 milhões; o motivo foi o crescimento do faturamento do seu escritório da advocacia, que saltou de R$ 1,8 milhão, em 2005, para R$ 14,7 milhões, em 2014; Adriana se especializou em advogar para empresas que obtiveram isenções fiscais bilionárias do governo do Rio, que hoje está quebrado e tenta taxar os servidores em 30%; ontem, o Ministério Público Federal voltou a pedir a prisão da esposa do ex-governador, que está detido em Bangu
No período em que o PMDB governou o Rio de Janeiro, o patrimônio da advogada Adriana Ancelmo passou de R$ 1,9 milhão para R$ 21,7 milhões; o motivo foi o crescimento do faturamento do seu escritório da advocacia, que saltou de R$ 1,8 milhão, em 2005, para R$ 14,7 milhões, em 2014; Adriana se especializou em advogar para empresas que obtiveram isenções fiscais bilionárias do governo do Rio, que hoje está quebrado e tenta taxar os servidores em 30%; ontem, o Ministério Público Federal voltou a pedir a prisão da esposa do ex-governador, que está detido em Bangu (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Uma reportagem dos jornalistas Ítalo Nogueira, Lucas Vetorazzo e Estelita Carazzai demonstra que o patrimônio da advogada Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador Sergio Cabral, cresceu exponencialmente durante o período em que o Rio de Janeiro foi governado pelo PMDB.

"Em 2005, a receita bruta do escritório era de R$ 1,8 milhão. Ela teve crescimento modesto até 2007, quando atingiu R$ 2,6 milhões. No ano seguinte, quase triplicou o faturamento, tendo recebido R$ 7,9 milhões. O auge veio em 2014, quando entraram nos cofres R$ 14,7 milhões", diz o texto. "O patrimônio de Ancelmo cresceu no mesmo período. Em 2005, a primeira-dama declarou em imposto de renda R$ 1,9 milhão em bens, patamar semelhante até 2007. Em 2008, subiu para R$ 2,5 milhões. O maior salto ocorreu em 2014, quando chegou a R$ 13,5 milhões. No ano passado, eram R$ 21,7 milhões."

Adriana se especializou em advogar para empresas que obtiveram isenções fiscais bilionárias do governo do Rio, que hoje está quebrado e tenta taxar os servidores em 30%.

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Ontem, o Ministério Público Federal voltou a pedir a prisão da esposa do ex-governador, que está detido em Bangu. Na Operação Calicute, o estilo luxuoso de Cabral e Adriana, que era assídua compradora de joias caras, foi apontado como um dos motivos da prisão do ex-governador.


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